QUINTA-FEIRA, 17 DE MAIOR DE 2012
No velho faroeste americano, atores que faziam o papel de bandido usavam lenços para esconder o rosto. Como havia também o chapéu, ficavam expostos apenas os olhos, parte do nariz e centímetros da testa. Não era fácil para o xerife identificar um fora da-lei.
No moderno faroeste brasileiro, os bandidos são de verdade e os crimes ocorrem no mundo real, mas ninguém precisa esconder o rosto. Basta caprichar na pose de político ou empresário a serviço da pátria, do PAC e do Protetor dos Pecadores Companheiros, e estará garantida a condenação à perpétua impunidade.
A boa vida sem perigo de cadeia animou o grupo formado por Sérgio Cabral, Fernando Cavendish e meia dúzia de amigos a ressuscitar o pedaço de pano popularizado pelo cinema ─ não para ocultar-se, mas para exibir-se. No festivo encontro em Paris, os passageiros da alegria substituíram o lenço pelo guardanapo, botaram na cabeça o que cobria a face e transformaram em enfeite o que era disfarce.
Antes da aparição da Turma do Guardanapo, mais uma obra da Delta, faltava algum bloco que fundisse a inventividade do País do Carnaval e o descaramento de um Brasil reduzido a sucursal do Clube dos Cafajestes. Agora não falta mais nada.
Blog do Augusto Nunes.
A PROPÓSITO

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HISTÓRIAS DO VICE DA GAMA

E não sou eu que conto, que invento, nem imagino.
É a história que mostra como os fatos aconteceram.
E eu, no afã (bonito, hein?) de ensinar, vou mostrando.

Quase esqueço: até sábado, quando voltamos das
merecidas férias, direto da Ilha do Retiro/Recife.
Saudações Rubro-Negras!!!
Fui!!!… recomendar o site pra rapeize!
Curt Nees, safra de 1946, portanto artigo em extinção.
Desta forma, todo cuidado (ainda) é pouco.
Como sempre, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina…
para o mundo!
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ESTRELA SOLITÁRIA

O sonho não acabou!
O Botafogo contratou um tal de John Lennon!*
(*) Blog do Tutty Vasquez.
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UNIDOS DA RATOEIRA
CPI do Cachoeira poupa Delta,
governadores e políticos de investigação

[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
A CPI do Cachoeira livrou, nesta quinta-feira (17), governadores e parlamentares da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico e de serem convocados a explicar suas relações com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A empreiteira Delta, apontada pela Polícia Federal como braço financeiro do esquema, também não terá seus sigilos quebrados nacionalmente, “por falta de indícios”, no entendimento da maioria da comissão. A CPI livrou ainda da investigação o presidente licenciado da empreiteira, Fernando Cavendish. Os deputados e senadores aprovaram apenas a quebra do sigilo da empresa Delta na região Centro-Oeste, além dos sigilos de pessoas sem foro privilegiado que assessoravam Cachoeira e já foram investigadas pela Polícia Federal, conforme antecipou a Folha na edição de hoje. A votação foi orquestrada pelo PT e PMDB, que comandam a CPI, e contou com ajuda da oposição. O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), sequer colocou em votação os requerimentos acerca dos governadores e da Delta nacionalmente. Esses requerimentos só devem constar na pauta da CPI no dia 5 de junho. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Fernando Franceschini (PSDB-PR), da oposição, apoiaram a proposta de adiar a discussão. “Nós não vamos fazer devassa”, afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “A generalização cheira a devassa”, complementou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).
PIZZA
Conforme a Folha antecipou na edição de hoje, foi feito um acordão entre caciques do PT, PMDB e PSDB para poupar os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO), Agnelo Queiroz (PT-DF) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ). No pacote dos governistas entrou ainda a preservação da Delta nacionalmente, que tem obras com o governo federal. “Reuniu-se um grupo numa sala e decidiram quem vai morrer. O Rio de Janeiro está enterrado até a alma. O que vamos dizer?”, afirmou a senadora Kátia Abreu (PSD-TO). “Na minha opinião, estamos convocando os bagrinhos da história. Os importantes estão de fora”, complementou. “Dá impressão de estarem selecionando alvos por orientação político-partidária”, criticou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). “É um mau começo desta CPI”, disse o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), um dos poucos a insistir na convocação dos governadores. “Estamos amarelando”, afirmou o senador Pedro Taques (PDT-MT).
DELTA
O que provocou maior polêmica foi a decisão do comando da CPI de não quebrar os sigilos da Delta em todo o país. O relator e parlamentares do PT e PMDB afirmaram que não existem indícios contra a atuação da empresa em todo o país, o que gerou protestos. “Estamos passando vergonha aqui. A Delta recebeu mais de R$ 4 bilhões do governo federal e não vamos quebrar o sigilo da empresa? Como vamos explicar isso ao Brasil?”, afirmou o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR). “É a CPI do conta-gotas. O dinheiro do Centro-Oeste vai para a central da empresa”, afirmou o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR). “Em relação à Delta não existem apenas indícios, existem provas”, disse o senador Álvaro Dias, em referência a vários diálogos interceptados pela PF que citam a empresa. Apesar das críticas, a oposição ajudou a aprovar o requerimento de quebra do sigilo apenas da Delta Centro Oeste.
ACORDÃO
O relator e deputados do PT e PMDB se esforçaram para negar um acordão para poupar alguns das investigações. “Não vamos resumir nossos trabalhos em apenas uma reunião”, disse Odair Cunha. “Eu não participei de acordão nenhum. Temos que ter serenidade”, disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). “Vossa excelência não consegue convencer a uma criança de três anos que essa Delta não tem que ter seu sigilo aberto em todo país”, rebateu o deputado Silvio Costa (PTB-AL), em resposta ao relator. A votação desta quinta-feira praticamente sepulta a CPI. As investigações devem ficar restritas ao que já foi apurado pela Polícia Federal sobre os membros do grupo de Cachoeira sem avançar para os pontos não apurados pela PF, até o momento, por envolverem políticos, que têm direito ao foro privilegiado. A PF também não investigou a Delta porque seu trabalho era voltado para Cachoeira.
(*) JOSÉ ERNESTO CREDENDIO E ANDREZA MATAIS – FOLHA.UOL
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Os parlamentares governistas são como rabecas desafinadas:
vibram de acordo com quem as tocam. *
(*) Acir Vidal, editor do blog.
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E O PAÍS DA PIADA PRONTA…
Senado decide não divulgar salários de funcionários

[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
Para diretora-geral da Casa, vencimentos dos servidores devem ser uma informação protegida
BRASÍLIA – O salários dos servidores do Senado estão a salvo da Lei de Acesso à Informação Pública. A mesa diretora aprovou nesta quarta-feira, 16, um ato que regulamenta o processo de acesso às informações produzidas pela Casa, mas a diretora-geral, Doris Marize Peixoto, deixou claro que o Senado vê o vencimentos dos funcionários como uma informação protegida.”A questão salarial individual é uma questão que tem apoio legal para não ser divulgado”, afirmou, alegando a existência do sigilo bancário para que o Senado não forneça os dados. De acordo com a diretora, a estrutura salarial da Casa já está disponível na Internet. No entanto, essa estrutura não revela os salários reais dos servidores, sempre engordados com gratificações e outros penduricalhos a ponto de vários passarem do teto do funcionalismo público. Uma lista revelada em agosto do ano passado pelo site Congresso em Foco mostrou que 464 servidores do Senado recebiam, em 2009, acima do teto da época, de R$ 24,5 mil mensais – inclusive Doris Peixoto, com um salário então de R$ 27.215,65. Havia funcionários recebendo até R$ 46 mil mensais. Nada indica que algo tenha mudado. O ato aprovado nesta quarta-feira pela mesa apenas regulamenta a maneira como os cidadãos terão acesso às informações produzidas pelo Senado. Um comissão com representantes de todas as áreas que produzem documentos foi criada para analisar que tipo de classificação eles terão. A resposta terá que ser dada em 30 dias. Nesse meio tempo, a prioridade será dada para informações pedidas que não estejam hoje disponíveis. Um balcão será criado para que os interessados peçam dados do Senado. Se estiverem já abertos, a orientação é que a resposta seja dada na hora. Se não, o interessado pode preencher um formulário e esperar a resposta do órgão responsável. Foi definida ainda a estrutura de recurso. Se uma informação é negada pelo órgão responsável mas o requerente não concorda, pode pedir a reconsideração à Diretoria Geral da Casa, que fará uma nova análise. “Quisemos deixar as coisas o mais simples possível. São apenas duas instâncias”, explicou Doris. De acordo com a diretora-geral, o Senado já responde a 80% das informações pedidas.
(*) Lisandra Paraguassu, da Agência Estado.
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- Coroné Sarney, a única coisa boa do segredo é a sua revelação. *
(*) Acir Vidal, editor do blog.
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QUARTA-FEIRA, 16 DE MAIOR DE 2012
Grande dia!

Hoje é um grande dia para o Brasil. Entra em vigor a Lei de Acesso à Informação e está sendo instalada a Comissão da Verdade. Juntas, elas ajudam a construir um país mais transparente, mais democrático e, portanto, melhor. São conquistas da sociedade.
Pela nova lei, todo cidadão, inclusive jornalistas e acadêmicos, terão o direito de reivindicar documentos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, ou seja, desde aqueles que nos informam sobre relações internacionais até detalhes de financiamentos de campanhas.
E a nova comissão vai sistematizar as informações já existentes, que são fartamente conhecidas, e juntá-las a novas para mostrar o que de fato ocorreu durante as ditaduras no Brasil. Por uma questão tática, acordou-se colocar no texto da lei as outras ditaduras, mas o foco, obviamente, é a de 1964.
Há uma corrida aos documentos e às informações de todas as áreas e há uma euforia com a Comissão, a ser instalada em clima de festa. Mas, atenção, isso é só o começo.
A partir de agora, é pressionar os órgãos e agentes públicos para realmente garantir o acesso à informação, o que significa romper uma cultura secular e não vai ser fácil. E é preciso acompanhar com atenção o debate, já iniciado via jornais, sobre os alvos da Comissão da Verdade. Os integrantes não estão se entendendo.
Eles são um time de primeira qualidade. Gilson Dipp, José Carlos Dias, Cláudio Fontelles,José Cavalcanti Filho e Rosa Maria Cunha(ex-advogada de Dilma), da área jurídica, Paulo Sérgio Pinheiro, militante de Direitos Humanos, a psicanalista Maria Rita Kehl.
Tudo indica um grande trabalho, mas eles precisam, antes, se entender. Um diz que é para apurar tudo o que houve, outro, que é para investigar torturas e torturadores. O melhor é simplesmente contar o que houve, ponto. A verdade é a verdade. O resto é meia verdade.
PS – Seria um dia ainda melhor, não fosse essa turbulência na economia…*
(*) Eliane Cantanhêde, Folha.Com
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E NO PAÍS DA PIADA PRONTA…
A Folha de S. Paulo revela que, menos de um mês após divulgação de fotos de Sérgio Cabral (PMDB) em viagem com empresários a Paris, o governador do Rio ampliou o Código de Conduta da administração estadual.
A partir de agora, as autoridades estaduais devem “guardar distância social no trato com fornecedor de materiais ou contratantes de prestação de serviços ao Estado”. Esse item não estava previsto na primeira redação do código, de julho do ano passado. A nova redação do código prevê ainda que o servidor deve evitar locais frequentados por prestadores de serviço e “aparentar intimidade” com fornecedores.
O decreto que criou o código foi publicado dias após Cabral viajar em um avião do empresário Eike Batista para uma festa de Fernando Cavendish, então, presidente da Delta Construções, no sul da Bahia.
Se estivesse em vigor, o código puniria, por exemplo, a presença de Cabral e integrantes do primeiro escalão do governo com os empresários, entre eles Cavendish, em Paris, em 2009.
### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Fernando Cavendish está inconsolável. Acha que é muita ingratidão de Sergio Cabral, depois de tudo que fizeram juntos, tudo que passaram juntos, chegaram a ser concunhados, até que o acidente de helicóptero destriu tudo e levou as ilusões. Realmente, Cavendish tem toda razão. Cabral está sendo ingrato demais.

(*) Tribuna da Imprensa.
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TERÇA-FEIRA, 15 DE MAIO DE 2012
SOM NAS CAIXAS


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O CAÇADOR DE MARACUJÁS
O farsante escorraçado da Presidência
acha que o bandido vai prender o xerife
Vinte anos depois de escorraçado do cargo que desonrou, o primeiro presidente brasileiro que escapou do impeachment pelo porão da renúncia reafirmou, nesta segunda-feira, a disposição de engrossar o prontuário com outra façanha sem precedentes. Primeiro chefe de governo a confiscar a poupança dos brasileiros, o agora senador Fernando Collor, destaque do PTB na bancada do cangaço, quer confiscar a lógica, expropriar os fatos, transformar a CPMI do Cachoeira em órgão de repressão à imprensa independente e, no fim do filme, tornar-se também o primeiro bandido a prender o xerife.
Forçado a abandonar a Casa Branca em 1974, tangido pelas patifarias reveladas pelo Caso Watergate, o presidente Richard Nixon passou os anos seguintes murmurando, em vão, que não era um escroque. Perto do que faria a versão alagoana, o que fizera o original americano não garantiria a Nixon mais que a patente de trombadinha. Como isto é o Brasil, Collor não só se negou a pedir desculpas como deu de exigir que o país lhe peça perdão por ter expulso do Planalto um chefe de bando. Foi o que fez no discurso de estreia que colocou de joelhos os demais pensionistas da Casa do Espanto (leia o post reproduzido na seçãoVale Reprise).
Neste outono, excitado com a instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito destinada a apurar bandalheiras praticadas por Carlos Cachoeira e seus asseclas, o farsante sem remédio decidiu enxergar na CPMI as iniciais de um Comitê de Pilantras Magoados com a Imprensa. Caso aparecesse no Capitólio em busca de vingança contra o jornal The Washington Post ou a revista Time, Nixon seria, na mais branda das hipóteses, transferido sem escalas para uma clínica psiquiátrica. Nestes trêfegos trópicos, um serial killer da verdade articula manobras liberticidas com a pose de pai da pátria em perigo ─ e com o apoio militante de inimigos do século passado.
José Dirceu, por exemplo, embarcou imediatamente no navio corsário condenado ao naufrágio ─ ansioso por incluir entre os alvos da ofensiva a Procuradoria Geral da República. E Lula, claro, estendeu a mão solidária para reiterar que os dois ex-presidentes nasceram um para o outro. Em 1993, como se ouve no áudio reprisado pela seção História em Imagens, a metamorfose ambulante endossou, sempre em português de botequim, a opinião nacional sobre a farsa desmontada pouco antes: “Lamentavelmente a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar corrupção, fez com que o Collor jogasse o sonho de milhões e milhões por terra”, disse Lula, caprichando na pose de doutor em ética. “Deve haver qualquer sintoma de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor”.
O parecer foi revogado por Lula, mas segue em vigor no país que presta. Entre os brasileiros decentes, a cotação do ex-presidente é mesma estabelecida em 1992: zero. Há quase 20 anos, Collor não vale nada.
(*) Blog do Augusto Nunes.
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CUIDADO COM A TAÇA!
Eterna vigilância

O presidente da CBF, José Maria Marin, homem de posses, que mora num apartamento famoso, que durante muitos anos foi o mais caro de São Paulo (comprado por US$ 4 milhões, quando o dólar valia muito mais do que hoje), acaba de conceder a si mesmo um aumento que quase dobrou seu salário: passou de 90 para 160 mil reais por mês. Bom, mas o tema desta notícia é outro: Marin assistiu à final do Campeonato Paulista em companhia do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, cuja presença em estádios é mais rara que a de Jô Soares em academias de ginástica. Dizem até que Cardozo não estava lá para assistir ao jogo. O ministro teria outra missão, mais importante. Na última vez em que esteve numa final, Marin embolsou a medalha de ouro que caberia ao goleiro do Corinthians. Mas, embora Marin desta vez tenha deixado as medalhas em paz, deve ser maldade dizer que o ministro da Justiça estava lá só para cuidar dele.
(*) Coluna Carlos Brickmann.
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CINE BRASÍLIA
FILMECO MANJADO
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Comentário de uma amiga carioca:
E o pessoal que aposta no Jogo-do-Bicho passou a desconfiar da honestidade do resultado quando soube que Cachoeira se relacionava com políticos.*
(*) Acir Vidal, editor do blog, jogando 20 no veado e saindo de cena.
A PROPÓSITO
ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS

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SE QUERES APRENDER A BEBER…

… sem medo de ser feliz, sem nenhuma preocupação com
o bafômetro e, especialmente, sem perder o controle?
Taí a dica!


Vá descendo que está tudo no controle.


EIN PROSIT!!!
Fui!!!… controlado, abrir uma!!!
(*) Curt Nees, safra de 1946, portanto artigo em extinção.
Desta forma, todo cuidado (ainda) é pouco.
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CHIERA-PEIDOS DO LULLA, O MAIS NOVO PALADINO DA MORALIDADE
Collor volta a atacar revista e cobra
comparecimento de editor à CPI
Integrante da CPI do Cachoeira, o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) fez ontem no plenário do Senado ataques à revista “Veja” e ao empresário Roberto Civita, editor do Grupo Abril. Ao citar o jornalista Policarpo Júnior, chefe da sucursal de “Veja” em Brasília, o senador disse que a publicação utilizou-se do empresário Carlinhos Cachoeira “para obter informações e lhe prestar favores de toda ordem”. Ministro do STF suspende depoimento de Cachoeira em CPI Nas escutas legais da Operação Monte Carlo da PF, há diversas citações ao jornalista. Conversas diretas de Policarpo com o grupo de Cachoeira são duas. Segundo o delegado que conduziu a investigação, não há indícios de ligações que ultrapassem o contato entre jornalista e fonte. Num ataque direto a Policarpo, o senador afirmou que “quando uma pessoa adere ao intento criminoso de outrem, torna-se coautor do crime.” E prosseguiu: “Desafio o chefe maior desse grupelho, o senhor Roberto Civita, a comparecer também à CPMI para falar da co-habitação que, a seu mando, a revista de sua propriedade e alguns de seus jornalistas mantem com o crime organizado.” Procurada, a Editora Abril disse que não iria comentar. Apesar das críticas, Collor disse ser um “defensor da liberdade de imprensa”. Hoje senador, ele deixou a Presidência da República em 1992 devido a acusações de corrupção que surgiram na imprensa e que foram apuradas por uma CPI.
(*) Folha.UOL
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RECORDAR É VIVER…

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