TUDO COMO DANTES…

Na nova equipe de Dilma,

o velho loteamento

000 - A INFKLAÇÃO

Reeleita, a presidente começa a montar sua nova equipe com reedição dos “três porquinhos”, substituto de Mantega e nomes indicados por aliados

Em 5 de setembro, quando Marina Silva ainda ameaçava seriamente a reeleição de Dilma Rousseff e a Bolsa de Valores tornava evidente a desconfiança do mercado com o programa do PT, a presidente e então candidata deu o primeiro sinal de que faria mudanças significativas em sua equipe no segundo mandato: “Eleição nova, governo novo, equipe nova”, disse ela em entrevista. Na ocasião, o que estava em pauta era a possibilidade de demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Hoje, com a saída anunciada, Mantega é um raro caso de ministro demitido que segue no cargo. Resta escolher o sucessor – e decidir em quantas das outras 38 pastas haverá trocas.

Dilma está de folga na Base de Aratu, na Bahia. Quando retornar de viagem, a presidente deve se reunir com aliados para fazer um balanço das eleições. O vice-presidente, Michel Temer, também aguarda um posicionamento da chefe do Executivo para conversar com os aliados sobre a divisão dos cargos. A próxima semana deve ser a hora de avaliar quem se empenhou pela reeleição e quem, na avaliação do governo, não se comprometeu com a aliança.

Como é comum em casos de reeleição, não haverá uma equipe de transição. As trocas na equipe devem ser anunciadas ainda neste ano. A crise econômica e a ameça de crise política não permitem que Dilma espere o início do segundo mandato para anunciar os novos nomes. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está com os dias contados para deixar o cargo. E boa parte dos ministérios é comandada por interinos, já que os titulares deixaram o cargo para disputar as eleições.

Muitos nomes citados como eventuais ministros da presidente são tentativas, do PT e de outros partidos, de emplacar um nome na equipe de Dilma; além disso, a própria presidente costuma surpreender ao escolher seus ministros. Dito isso, é inevitável que as especulações ganhem corpo.

Durante a campanha de 2010, Dilma apelidou de “três porquinhos” o grupo de auxiliares mais próximos a ela: José Eduardo Cardozo, hoje ministro da Justiça, Fernando Pimentel, eleito governador de Minas Gerais e seu ex-ministro, e José Eduardo Dutra, então presidente do PT. Agora, o trio é outro: Miguel Rossetto, ministro do Desenvolvimento Agrário, Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, e Aloízio Mercadante, ministro da Casa Civil. Os três devem estar em postos-chave da administração no próximo mandato: ou na área econômica, ou na “cozinha” da presidente. O mesmo vale para Giles Azevedo, o discreto chefe de gabinete da petista.

Nelson Barbosa, ex-secretário executivo da Fazenda, está ao lado de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, e de Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, na lista de cotados para o Ministério da Fazenda. Mas Aloizio Mercadante é uma alternativa. Esta escolha é a mais sensível para Dilma, porque dela depende o sucesso do governo no esforço para escapar da crise e tirar a economia da estagnação. Os três primeiros nomes foram sugeridos pelo ex-presidente Lula. Mercadante seria uma escolha pessoal da presidente.

Aliados – Feita a avaliação sobre o papel dos aliados na campanha, o PMDB tem mais a perder: em estados importantes como o Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o partido caminhou com a oposição. Por outro lado, Dilma depende dos peemedebistas para governar. O partido tem hoje cinco ministérios: Agricultura, Previdência, Minas e Energia, Turismo e Aviação Civil. Para a Agricultura, a candidata mais forte é Kátia Abreu. O atual ocupante do cargo, Neri Geller, é da conta dos peemedebistas da Câmara. Se ele perder o posto para a senadora, os deputados devem cobrar a nomeação de um representante para outra pasta. Henrique Eduardo Alves chegou a ser cotado para assumir para a Previdência Social, hoje comandada pelo senador peemedebista Garibaldi Alves. Mas ele não deve aceitar a nomeação.

Na pasta das Minas e Energia, o desgastado ministro Edison Lobão não deve sobreviver à reforma. O titular do Turismo é Vinícius Lage, um técnico apadrinhado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). A permanência dele também é incerta.

Ainda insatisfeitos pela forma como o PT agiu em alguns estados durante as eleições, os peemedebistas dizem que cabe ao governo dar o primeiro passo nas conversas: “Não estamos tratando disso agora, até porque não cabe. A origem (da negociação) está do outro lado”, diz o líder do PMDB, Eduardo Cunha, nome da sigla para presidir a Câmara no ano que vem. A cúpula do PMDB deve se reunir na semana que vem para traçar uma estratégia comum daqui por diante, o que passa por uma maneira mais “organizada” de decidir quais nomes estarão no governo.

No segundo mandato, a aliança de Dilma tem algumas diferenças em relação a 2011, quando tomou posse pela primeira vez. O PSB está fora do governo. Quase todos os partidos aliados tiveram algum tipo de cisão: parte do PMDB, PP, PR e PDT apoiaram Aécio Neves na disputa. Por outro lado, dois novos partidos entraram na briga pela divisão do bolo: PSD e Pros.

O PSD já tem a pasta da Micro e Pequena Empresa, de peso simbólico e orçamento quase inexistente. Agora que o partido fez parte da coligação presidencial de Dilma, deve ser contemplado com um ministério. O candidato natural é o presidente da sigla, Gilberto Kassab, um sem-mandato que se esforçou para colocar o partido na aliança petista apesar das defecções em alguns estados. Ele é cotado para o Ministério das Cidades. O líder do PSD na Câmara, Moreira Mendes (RO), diz que o cargo está à altura do partido, que, entre os partidos aliados, tem a maior bancada depois de PT e PMDB. Mas pede mais: “É um ministério importante, relevante, e está à altura do PSD. Mas acho pouco. É preciso ter um espaço proporcional ao tamanho do partido”, diz ele.

No Pros, o único nome em jogo é o de Cid Gomes, ex-governador do Ceará. Ele deixou o PSB justamente para manter seu apoio à reeleição de Dilma, e agora pode ser premiado com o Ministério das Cidades. O PCdoB, que tradicionalmente comanda o Ministério do Esporte, deve continuar tendo seu espaço com Aldo Rebelo – a sigla tem interesse na pasta pelas Olimpíadas de 2006 no Rio de Janeiro. O mesmo vale para o PDT, que comanda o Ministério do Trabalho. O PR tem nas mãos o Ministério dos Transportes e é outra sigla que tem sido beneficiada com o direito de nomear ministros de forma quase autônoma. Governo novo, equipe nova, mas métodos velhos.*

(*) Gabriel Castro – VEJA

TRISTE PÁGINA

 

Não, eles não podem. Ou podem?

00000000000- A ELEIÇÃO

Foi uma eleição particularmente suja e desigual, onde
quem detinha o poder tudo fez para não abrir mão dele.

Deu a louca no PSDB quando pediu à Justiça uma auditoria nos resultados da recente eleição presidencial. A razão do pedido? Rumores nas redes sociais sobre eventuais fraudes aqui e acolá. Nada mais do que rumores.

Convenhamos: é pouco, quase nada para que se lance suspeição sobre o processo eleitoral. Ou há fatos concretos que justifiquem uma auditoria ou tudo não passa de choro de mau perdedor.

Isso não significa que a eleição deste ano esteja destinada a passar à História como uma rara demonstração de exuberante maturidade da democracia brasileira. Longe disso.

Foi uma eleição particularmente suja e desigual, onde quem detinha o poder tudo fez para não abrir mão dele. E acabou se dando bem. Dilma, Lula, o PT e a Justiça Eleitoral são responsáveis por uma inesquecível lambança. Confira.

* Intimidação ou um “liberou geral”? “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição.” Dilma, em um ato falho (04/03/2013).

Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* Ameaça? “Eles não sabem o que nós seremos capazes de fazer, democraticamente, pra fazer com que você seja a nossa presidenta por mais quatro anos neste país”. Lula, para Dilma (13/06/2014). Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* Uso da máquina pública? “Os Correios trabalharam com as 66 mesorregiões. Fizemos reuniões em todas e nas macrorregiões. Lá em Viçosa, nós tínhamos 70 cidades e por aí, aonde eu estive perto, eu fui acompanhando. A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos em 40% em Minas, tem o dedo forte dos petistas dos Correios.” Durval Ângelo, deputado estadual do PT de Minas.

Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* E o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)? Por que não testou as urnas? “Apesar de reconhecer que os testes de segurança das urnas eletrônicas fazem parte do conjunto de atividades que garantem a melhoria contínua deste projeto, o TSE não fez nenhum antes das eleições de outubro. Desde 2012, aliás, o tribunal não expõe seus sistemas e aparelhos à prova de técnicos independentes.” (O Globo, 04/06/2014)

Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* Por que mudou a postura do TSE? No primeiro turno em que a campanha de Dilma estraçalhou Marina sem que ela revidasse na mesma moeda, o TSE deixou correr solta a pancadaria. No segundo, Dilma repetiu a dose contra Aécio. Assim que ele começou a revidar, o TSE interveio. E decidiu: dali por diante, só valeriam mensagens “propositivas”.

Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* E daí? O TSE proibiu telemarketing em campanhas eleitorais. Certo? Depende. Milhões de SMS foram enviados contra Aécio, com mensagens que beiraram a injúria, a calúnia e a difamação, além de chantagem e intimidação explícitas envolvendo os programas Bolsa-família, Minha Casa, Minha Vida, e outros. A ação revoltou internautas, que postaram sem parar imagens das mensagens recebidas em seus celulares.

Isso pode? Não, não pode… Mas pode.

* Foi mal? Um ministro do TSE proibiu uma consultoria financeira – privada! – de fazer propaganda de seus relatórios de análise em espaços – privados! – na internet. Isso pode? Não, não pode… Tanto que o pleno do TSE, com a participação dos demais ministros, revogou a proibição.

Poucos dias depois, o mesmo TSE proibiu a revista VEJA de anunciar sua edição semanal, como costuma fazer, em rádios, televisões e outdoors.

Isso pode? Não, não pode. Mas pode.

Posso escrever sem receio o que escrevi até aqui? Acho que posso… Mas talvez não possa. Sei lá. A ver.*

(*) Blog do Ricardo Noblat

SÁBADO, 1º DE NOVEMBRO DE 2014

DUROU POUCO O SONHO DE DILMA

A primeira semana depois da eleição, apesar das derrotas de Dilma no Congresso, ou por causa delas, revela que nada vai mudar em termos de relacionamento do governo com sua base parlamentar. Traduzindo: a lambança continuará. Os partidos que apoiam a presidente demonstraram pretender conservar fatias de poder, ministérios e sinecuras, para continuar votando com o palácio do Planalto. Como sinal de que não estão brincando, infringiram significativas derrotas ao governo, da rejeição da proposta do plebiscito para a reforma política à não aprovação do decreto que cria os conselhos populares e, de tabela, a convocação do ministro Edison Lobão à Comissão de Agricultura. Mais a sedimentação da candidatura de Eduardo Cunha a presidente da Câmara.

Durou pouco o sonho de mudanças. Será assim ou pior caso a presidente não se comprometa a fatiar o novo ministério entre PMDB, PR, PDT, PTB e penduricalhos menores. Exatamente como aconteceu nos últimos quatro anos, apesar da desmoralização e do desgaste que essa operação de compra a venda causa ao governo. Sem falar na geração da ineficiência administrativa e nas suspeitas de corrupção.

Em suma, uma semana bastou para que a presidente caísse na real e mandasse avisar seus aliados de que nada vai mudar e que eles continuarão sócios privilegiados, se garantirem maioria para os projetos e interesses oficiais no Congresso.

Sendo assim podemos esperar para breve a designação de novos ministros e altos funcionários saídos da mesma fonte geradora de escândalos e ineficácia de sempre, os seus partidos. Dilma caiu na armadilha disposta à sua frente quando da primeira posse. Se agora tentou libertar-se, foi apenas durante o discurso de agradecimentos pela reeleição, na noite de domingo. Logo percebeu sua condição de prisioneira das mesmas forças parlamentares que envergonham as instituições nacionais. Submeteu-se.

TROCANDO PARA PIOR

No Senado, dá pena verificar que não voltarão Inácio Arruda, Pedro Simon, Jarbas Vasconcelos, Francisco Dornelles, Eduardo Suplicy e outros. Acresce que na próxima Legislatura estarão no exercício dos mandatos nada menos do que 21 suplentes, tendo em vista a eleição dos titulares para governador, entre outros motivos.*

(*) Carlos Chagas – Tribuna na Internet

É NOVIDADE?

Asas da encrenca

000 - genoino e zd em cana

A delação premiada de Júlio Camargo, o executivo da empreiteira japonesa Toyo Setal que já topou devolver 40 milhões de reais aos cofres públicos, está deixando José Dirceu de cabelo (implantado) em pé.

Depois que deixou o governo Lula, em 2005, Dirceu pegou emprestado várias vezes o jato Citation de Camargo para cruzar o Brasil.

(*) Blog do Lauro Jardim

QUEM DIRIA…

Do que é que nos livramos

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E há quem discuta a sabedoria do voto popular. Imagine se Aécio Neves tivesse ganho a eleição: a primeira medida, como bem advertiu sua adversária Dilma Rousseff, seria elevar os juros. Na hora, o caro leitor pode ter certeza, obrigaria o Banco Central a aumentar os juros básicos de 11% para 11,25%, com aquela desculpa capenga de sempre: combater a inflação. Dilma já dizia que o PSDB planta inflação para colher juros (e, claro, beneficiar os banqueiros).

E, por falar nessa gente, a equipe de Aécio já estaria caçando banqueiros para botar no Governo. A equipe, não ele: como avisou o PT, Aécio é pouco afeito ao trabalho, e já teria viajado de férias com a família, de preferência gastando dinheiro público. Estava em campanha porque quis, para realizar seus sonhos pessoais, mas mesmo assim iria querer descansar por nossa conta, numa praia reservada só para ele e a prole, com a Marinha garantindo seu sossego. Eta, playboy!

Alguém tem de trabalhar, não é mesmo? Sua equipe estaria, nesse período, começando a desovar o saco de maldades. Imagine o que não faria com a tarifa de eletricidade! Dizem que seu plano era elevá-la em 54%, de um golpe só, usando Roraima como cobaia. E, terminado o período de ócio no paraíso tropical estatizado, Aécio ficaria conchavando com um ex-presidente, já que sua preocupação nunca foi atender à população, mas ampliar o período do partido no poder. O ex-presidente é meio idoso, mas de repente – pode ser. E qual será sua equipe? Oras! Já festejou, já descansou, está na mordomia, ainda querem que decida?
Herança maldita

Não se pode esquecer que o povo dele estaria escarafunchando documentos para botar a culpa de tudo no Governo anterior. Seria capaz de dizer, por exemplo, que jamais as contas do Governo Federal estiveram em tão mau estado. Só em setembro, o buraco é de R$ 20,4 bilhões (o pior resultado, antes, tinha sido um pequeno saldo positivo de R$ 3,9 bilhões).

Deve ser coisa de quem detesta o PT, Lula e Dilma – embora sejam dados oficiais, fornecidos pelo Tesouro.*

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet

QUE HERANÇA, HEIN?

Dilma tornou-se a herança

maldita de si mesma

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Ninguém deve se meter na formação do novo ministério. Escolha de ministro é atribuição exclusiva da presidente. Mas já que Dilma Rousseff hesita em optar por um dos nomes que Lula indicou para a pasta da Fazenda, por que não sugerir alguém sem vínculos com o petismo para ocupar a poltrona de Guido Mantega, com grande chance de encantar o empresariado e o mercado financeiro? Eis o nome: Armínio Fraga.

Pegou mal. Não foi ninguém da oposição ou da mídia golpista. Foi o próprio governo quem revelou que a futura presidente herdará da antecessora uma enrascada econômica. Que se agravou porque a atual presidente preocupou-se mais com a própria reeleição do que em fazer o que precisava ser feito. Acabou produzindo uma situação surreal.

No Brasil, a administração que começa sempre culpa a administração anterior pelas suas dificuldades. Nos últimos 12 anos, o culpado foi sempre Fernando Henrique Cardoso. Em janeiro de 2015, toma posse Dilma 2. Se ela não der certo, ficará em apuros. Continuar chutando FHC não faria nexo. Espancar Lula pareceria ingratidão.

Dilma poderia dizer que, no seu primeiro mandato, criou uma situação insanável, na qual nem ela mesma daria jeito. Mas isso não soaria bem. Nomeando Armínio Fraga, ela daria uma prova de sua disposição para o diálogo com a oposição. E, no futuro, poderia culpar pelo fracasso o ministro da Fazenda de Aécio Neves.

Três dias depois da abertura das urnas, o Banco Central informou que aquela inflação sob controle do horário eleitoral de fato não existia. Para tentar deter a carestia, elevou de 11% para 11,25% a taxa de juros. A diretoria do BC foi mais realista do que o Armínio.

Decorridos cinco dias da vitória de Dilma, a Fazenda exibiu uma cratera que não aparecia no Brasil da propaganda eleitoral. Sem marketing, o Tesouro fechará a conta de 2014 com um rombo orçado, por ora, em R$ 15,7 bilhões. Na surdina, auxiliares de Dilma já esboçam um ajuste fiscal à Armínio. Combina cortes profundos nos gastos e elevação das receitas, via aumentos de tributos como IPI e Cide.

Hoje, o maior receio de Dilma é o de que as agências de classificação de risco de crédito dêem uma nota vermelha para o Brasil, impondo ao país a perda do chamado grau de investimento, obtido em 2008, sob Lula. Se isso acontecer, os investidores, já um tanto amedrontados, vão se trancar no cofre.

Supremo paradoxo: para atenuar a ruína que produziu, Dilma terá de adotar as medidas impopulares que, ao longo de toda a campanha, acusou Aécio de tramar. Considerando-se os últimos indicadores divulgados pelo governo, o brasileiro tem todo o direito de supor que Armínio Fraga merece um voto de confiança. Afinal, escondida atrás de Mantega, Dilma já teve seus quatro anos como ministra da Fazenda.*

(*) Blog do Josias de Souza