PAÍS À BEIRA DO ABISMO

Haddad e Bolsonaro aos olhos do mercado

 

Em rodadas de conversas nas últimas semanas com representantes de bancos, fundos de investimentos, corretoras de valores e empresários do setor produtivo, passei a ouvir ponderações sobre os riscos de vitória de Jair Bolsonaro ou de Fernando Haddad. A avaliação média é que Haddad traria risco mais imediato de disparada do dólar e reversão de decisões de investimentos, dada a questão do futuro de Lula.

 Sobre Bolsonaro, o temor maior recai sobre suas condições de saúde e os sinais de desentendimento no núcleo mais próximo, a começar pelo vice, general Hamilton Mourão. *
(*) V.M. – Coluna Estadão