O PASSARINHO VAI CANTAR

O QUE PALOCCI DISSE SOBRE LULA

O Antagonista soube que Antonio Palocci, em suas conversas com a Lava Jato, acusou Lula de receber mensalinho de duas empresas.

Na verdade, de dois bancos.

O primeiro: Safra. O segundo: BTG.

Agora os investigadores precisam de provas.

A propósito

“Este país não nasceu para ser a merda que é”

A frase foi pronunciada hoje, na Bahia.

É de Lula – o homem dos dois mensalinhos.*

(*) O ANTAGONISTA

TRISTE FIM

Supremo virou sucursal da Casa da Mãe Joana

Certas decisões dão ao Supremo Tribunal Federal a aparência de sucursal da Casa da Mãe Joana. A OAB requereu ao Supremo que obrigue o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a analisar um pedido de impeachment feito pela entidade contra Michel Temer. O caso caiu sobre a mesa de Alexandre de Moraes. Ex-ministro da Justiça de Temer, o magistrado deveria se declarar impedido de julgar a matéria. Mas Alexandre de Moraes não se deu por achado.

Num país lógico, a própria OAB deveria arguir a suspeição do ministro. Independentemente do veredicto de Alexandre de Moraes, está em jogo a credibilidade da Justiça. Mal comparando, numa ação sobre a guarda de filhos, por exemplo, um advogado da mãe jamais deixaria de questionar a atuação de um juiz que fosse amigo do pai. E um pedido de impeachment não é menos importante do que uma ação da Vara de Família.

Alexandre de Moraes era subordinado de Temer até outro dia. Foi indicado por ele para o Supremo. E a lei prevê que um juiz deve se declarar impedido de atuar em determinado processo sempre que há razões capazes de comprometer a imparcialidade do julgamento. Essa regra tem sido negligenciada. Que o diga outro ministro do Supremo, Gilmar Mendes. Expansiva, Mãe Joana já não se contenta em dar expediente apenas no Congresso e no Planalto. Ela agora veste toga.*

(*) Blog do Josias de Souza

TAPA NA CARA DO POVO

Magistrados de PE terão auxílio-alimentação nas férias

Os magistrados estaduais de Pernambuco receberão R$ 7 milhões a título de pagamento retroativo de auxílio-alimentação durante as férias.

Cada juiz recebe R$ 1.068 mensais.

O benefício foi requerido pela Amepe, associação de magistrados do Estado, ao Tribunal de Justiça pernambucano, que inicialmente indeferiu o pedido. A associação recorreu e obteve decisão favorável, por maioria, na última segunda-feira (14).

Em nota, a associação afirmou que fez o requerimento ao TJ-PE para “corrigir uma injustiça”, pois os magistrados do Estado “eram os únicos que não recebiam o auxílio-alimentação nas férias”.

A corte disse que o pagamento retroativo “está condicionado à disponibilidade financeira e orçamentária da instituição para ser liquidado”.

Votaram contra o recurso administrativo o presidente do tribunal, desembargador Leopoldo Raposo (relator), e mais quatro membros do Órgão Especial. Prevaleceu o voto divergente do desembargador Fábio Eugênio Dantas, que reconheceu o direito ao auxílio-alimento nas férias, acompanhado por 13 colegas.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (18) pelo “Jornal do Commercio”.

Em março deste ano, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou projeto de lei de autoria do Judiciário que permite ao tribunal estadual aumentar os salários dos juízes a partir do auxílio-alimentação e do auxílio-moradia.

Na ocasião, um ministro do Superior Tribunal de Justiça, que pediu para não ter seu nome revelado, considerou a medida “revoltante”. O ministro entendeu que o CNJ deveria tomar providências e que o STF deveria suspender o que ele chamou de “imoralidade dos vencimentos extraordinários”.

O presidente da Assembleia, Guilherme Uchoa (PDT), é juiz aposentado.

OUTRO LADO

O TJ-PE informa que “o auxílio-alimentação nos períodos de afastamento, tais como férias, havia sido suprimido dos magistrados”.

“Todos os servidores do TJ-PE, assim como magistrados e servidores de outros tribunais, incluindo tribunais superiores, receberam o auxílio-alimentação, que agora foi reconhecido aos magistrados pernambucanos”.

A corte informa que não houve reajuste no valor de auxílio-alimentação a magistrados. “Apenas servidores do Judiciário estadual receberão reajuste no valor do auxílio-alimentação, a partir deste mês de agosto, com repercussão financeira de aproximadamente R$ 7,3 milhões em um ano”.

O valor foi fixado a partir da resolução do Conselho Nacional de Justiça e não é reajustado, em Pernambuco, há quase cinco anos, desde novembro de 2012.

Em nota, a Associação dos Magistrados de Pernambuco afirma que “não há nenhuma ilegalidade, pelo contrário, foi reparada uma injustiça em relação a esse benefício”. *

(*) FREDERICO VASCONCELOS – DE SÃO PAULO – FOLHA DE SÃO PAULO

VEJAM A QUEM OS CANALHAS APOIAM

Os autômatos de esquerda não sangram em Caracas

Os recitadores de palavras de ordem veem em Maduro o guia genial dos povos. É a tragédia da ideologia

Que uma tragédia vinha sendo gestada na Venezuela, era evidente. Pelo menos desde 2004, era mais do que evidente. Em dezembro daquele ano, a Assembleia Nacional da República Bolivariana aprovou a “Ley de Responsabilidad Social en Radio y Televisión”, conferindo às autoridades o poder de punir emissoras que difundissem mensagens que incitassem ao “descumprimento do ordenamento jurídico vigente” ou que impedissem ou oferecessem obstáculos contra a “ação dos órgãos de segurança cidadã”. Traduzindo: a partir de dezembro de 2004, o governo mandou avisar que estava disposto a fechar o tempo contra toda divergência.

O que é “incitar ao descumprimento do ordenamento jurídico”? Resposta: aquilo que o regime resolver que é. Com sua “Ley de Responsabilidad Social”, o chavismo intimidou os que acreditavam na liberdade de expressão. Qualquer coisa poderia ser considerada, legalmente, uma tentativa de impedir “a ação dos órgãos de segurança cidadã”. Qualquer coisa poderia ser punida.

É bem verdade que, dois anos antes, em 2002, o presidente Hugo Chávez, que tinha sido eleito legitimamente, sofreu um golpe de Estado covarde, urdido por grandes empresas de comunicação e por um punhado de múmias de uma casta parasitária que vampirizou a sociedade ao longo de décadas. O golpe, porém, foi um fiasco. Apoiado por um setor das Forças Armadas, Chávez escapou com vida e voltou à Presidência. E com raiva. Desde então, em vez de fortalecer a ordem democrática, optou pela força. De 2004 adiante, o Estado venezuelano foi se transformando gradualmente numa ditadura.

Agora, o resultado está aí, na cara do mundo inteiro. Os que conseguem fogem do país. Só no Brasil, estima-se em 30 mil o número de venezuelanos em situação irregular (segundo dados da Acnur, agência da ONU para refugiados). A Polícia Federal já contabiliza 6.400 pedidos de refúgio na fronteira entre Roraima e Venezuela. Quanto aos que ficam, apanham ou morrem. Em Caracas e outras cidades, as manifestações públicas são reprimidas à bala (possivelmente porque, no olhar das autoridades, as passeatas atrapalham os órgãos de “segurança cidadã”). Mais de 100 pessoas já morreram nas ruas. Das mais de 5 mil que foram presas por motivos políticos, cerca de 1.000 seguem encarceradas.

A ONU já se manifestou contra o uso excessivo da violência e apontou torturas nas prisões. A inflação descontrolada, a escassez generalizada de gêneros de primeira necessidade e a disparidade cambial absurda completam o cenário de caos, de desamparo e de desespero. A Venezuela está à beira de uma catástrofe total, numa escalada da violência que pode desembocar em guerra civil. Todo mundo vê, todo mundo sente, todo mundo sabe, só alguns autômatos da esquerda brasileira ainda não se deram conta – é a tragédia da ideologia.

Há poucos meses, no dia 3 de abril, ainda antes do agravamento definitivo da crise venezuelana, o Partido dos Trabalhadores divulgou uma nota acusando a política externa do “governo golpista” (o do Brasil) de “encabeçar uma campanha da direita contra a esquerda no continente” e de ter assumido “uma postura belicista, particularmente contra a República Bolivariana da Venezuela”. Depois disso, a coisa piorou muito. O ditador Nicolás Maduro convocou uma “Assembleia Nacional Constituinte” unilateral, sem ninguém da oposição, num claro golpe populista para esvaziar o Parlamento, que tinha forte representação oposicionista. O que fez o PT? Voltou à carga. Há poucos dias, a atual presidente da sigla, senadora Gleisi Hoffmann, foi contundente: “O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana…”.

Em nota oficial, o PSOL foi na mesma direção: “O PSOL sabe que numa situação de confronto, a neutralidade significa apoio tácito ao lado mais forte. Por isso, manifestamos apoio ao processo constituinte proposto pelo governo Maduro e ao aprofundamento das transformações sociais naquele país”.

PSOL quer dizer “Partido Socialismo e Liberdade”. Só no nome. Há liberdade na Venezuela? Há justiça social? Não, mas os recitadores de palavras de ordem veem em Maduro o novo guia genial dos povos. Maduro, quem diria, é o farol do socialismo. Haja ridículo. Em sua ortodoxia desumana, os maduristas sem espírito esqueceram que a chama do socialismo é a solidariedade humana. Esqueceram tudo. Os autômatos de esquerda não sabem o que é solidariedade.*

(*) EUGÊNIO BUCCI – ÉPOCA

A GRANDE FAMIGLIA LULOPETISTA

‘Parceiro’

Em planilha dos operadores de propinas Bruno e Jorge Luz, a Polícia Federal identificou o ex-líder na Câmara dos governos Lula e Dilma Cândido Vaccarezza como ‘parceiro’ em cinco projetos na Petrobrás


Ao mandar prender o ex-líder dos governos Lula e Dilma na Câmara, Cândido Vaccarezza, o juiz federal Sérgio Moro ressaltou que o ex-deputado aparece com a alcunha de ‘”parceiro” em cinco “projetos”’ na Petrobrás que constam  em planilhas dos operadores de propinas Jorge e Bruno Luz. Vaccarezza foi preso temporariamente nesta sexta-feira, 19, investigado por supostas propinas de US$ 500 mil oriundas de contratos entre a Petrobrás e a empresa Sangeant Marine.

O negócio da Sargeant Marine com a Petrobrás culminou na celebração de doze contratos, entre 2010 e 2013, no valor de aproximadamente US$ 180 milhões. A empresa fazia fornecimento de asfalto para a estatal e foi citada na delação do ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa.

Em delação, o ex-diretor da Petrobrás lobista afirmou que Jorge Luz que teria intermediado o negócio e ganhou uma comissão. Segundo a Lava Jato, US$ 500 mil da comissão do lobista estariam acertados para abastecer o PT e Vaccarezza teria atuado pelo partido.

Nos e-mails, constavam trocas de mensagens que, segundo a Polícia Federal, revelam ‘claras referências a interferências para contratação da Sargeant Marine, pela Petrobras, para fornecimento de asfalto, com envolvimento de SIL (SIllas Oliva FIlho), LEDU (Luiz Eduardo Loureiro Andrade), BR ou BL (Bruno Luz), PR (Paulo Roberto COsta), ROBERTO (Roberto FInocchi, executivo da Sargeant Terminals Tampa), ELISABETH (Elisabeth Regina de Souza, funcionária da Petrobras cujo nome constou em contrato entre a Petrobras e a Sargeant Marine, em julho de 2010); JP (José Raimundo Brandão Pereira, então funcionário da Petrobrás, na área de Marketing e Comercialização), MA (Marcio de Albuquerque Ache Cordeiro, ex-funcionário da Petrobrás)’.

A Polícia Federal identificou ainda o codinome ‘V1′ e o atribui a Cândido Vaccarezza. Outra sigla, CH, seria uma referência ao empresário Carlos Henrique Nogueira Herz.

Em um dos e-mails apreendidos da conta oxfordgt@gmail.com, consta um relato de Carlos Henrique Nogueira Herz que, segundo a PF, narra ‘diversas providências ilícitas tomadas’ em reunião entre empresários e agentes políticos e o diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa.

O e-mail revela que V1, apelido atribuído a Vaccarezza, ‘fez a introdução da conversa referindo-se às discussões anteriores com V2 e JL durante almoço em Brasília em final de março, enfatizando os interesses do partido para que os negócios fossem viabilizados em tempo adequado’.

Em uma planilha apreendida no pen drive de Bruno Luz, são identificados pelo menos cinco negócios da Petrobrás em que ‘V1’ consta como ‘parceiro’.

“Releva ainda destacar que foi colhido outro arquivo eletrônico no referido pendrive que sugere o envolvimento de Cândido Elpídio de Souza Vaccarezza em outros negócios intermediados por Jorge Antônio da Silva Luz e Bruno Gonçalves Luz na Petrobrás, além do contrato de fornecimento do asfalto. Tal arquivo está reproduzido na fl. 290 da representação e ali se constata o seu apontamento como “parceiro”, em cinco “projetos”, ele identificado pela sigla “V1 e V2”, a referência aos agentes políticos”, frisou Moro, ao pedir a prisão de Vaccarezza.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO MARCELLUS FERREIRA PINTO, QUE DEFENDE CÂNDIDO VACCAREZZA

“A defesa de Cândido Vaccarezza, por meio do advogado Marcellus Ferreira Pinto, esclarece, em nota, que: Cândido Vaccarezza nunca intermediou qualquer tipo de negociação entre empresas privadas e a Petrobrás. A prisão foi decretada com base em delações contraditórias, algumas já retificadas pelos próprios delatores. A busca e apreensão excedeu os limites da decisão judicial, confiscando valores declarados no imposto de renda e objetos pertencentes a terceiros sem vínculo com a investigação. A defesa se manifestará nos autos e espera que a prisão seja revogada e as demais ilegalidades corrigidas!”

COM A PALAVRA, O PT

“Vaccarezza foi militante e parlamentar do PT, saiu do Partido por divergências políticas, um direito de qualquer pessoa.

O partido não tem informações sobre esse processo. Esperamos que ele tenha oportunidade de se defender e esclarecer as acusações”.*
(*) Luiz Vassallo, Fausto Macedo, Julia Affonso e Ricardo Brandt – Estadão

VANGUARDA DO ATRASO

Lula, Dilma e o PT não choraram por Barcelona

O partido que virou bando sempre tratou como bons comparsas os terroristas do Estado Islâmico

Em dezembro de 2014, ao baixar em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, a ainda presidente Dilma Rousseff resumiu em dilmês castiço o que achava da ofensiva militar dos Estados Unidos, então em curso, contra os terroristas do Estado Islâmico. “Lamento enormemente os ataques na Síria. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perdas de vidas humanas dos dois lados”. Os lamentos de Dilma sempre foram condicionados pela posição do morto frente aos Estados Unidos. Como todo petista, ela só chora a partida de inimigos do imperialismo ianque.

Os devotos da seita jamais derramaram uma única lágrima pelas vítimas do bando de fanáticos, tantas delas decapitadas em repulsivos rituais filmados pelos carrascos e transmitidos como se fossem programas de TV. Dilma, Lula e todos os companheiros não deram um pio sobre os massacres brutais, os estupros selvagens, a pena da morte por heresia aplicada a quem não se rende aos dogmas dos terroristas que matam em nome do Islã. Os soldados petistas só “lamentam enormemente” a perda de aliados na guerra perdida que travam desde o século passado contra o Grande Satã Americano.

Na continuação do besteirol em Nova York, Dilma defendeu o diálogo com o Estado Islâmico. Como se decepadores de cabeça soubessem o que é isso. Como se houvesse algum caminho que leve à vitória sobre o exército assassino sem passar pela ofensiva militar por terra que retome o território ocupado pelos psicopatas à caça de alguma das 11 mil virgens. Quem defende o diálogo é cúmplice dos terroristas que, com a erupção do horror em Barcelona, ampliaram o acervo de massacres em países europeus.

Lula, Dilma e o resto do partido que virou bando não abriram o bico sobre o atentado em Barcelona. Preferem comemorar sem muito barulho a ousadia do atropelador de civis distraídos, outra prova que ninguém pode deter um serial killer solitário. O apoio enviesado ao Estado Islâmico não deixa de ser um sinal de coerência. Só poderia ser esse o comportamento de gente que fez há muito tempo a opção preferencial pela treva.*

(*) Blog do Augusto Nunes

COMO MATAR MEU CHEFE

Palocci diz que Lula recebia mensalinho de duas empresas


Antonio Palocci contou ao MP que o ex-presidente Lula recebia um mensalinho de duas empresas. Para fechar o acordo de delação, os procuradores agora querem mais detalhes sobre os pagamentos. Palocci ainda não deu.

Palocci prometeu também relatar bastidores do sepultamento da operação Castelo de Areia, que foi anulada pelo STJ em 2011.*

(*) Mauricio Lima, Gabriel Mascarenhas – Coluna Radar – veja.com

UMA SIMPLES QUESTÃO DE “FORO”

Após decisão de Gilmar Mendes, ‘rei do ônibus’ deixa a prisão

Empresário Jacob Barata Filho é investigado na Operação Ponto Final, que apura suspeitas de corrupção no sistema de transporte público do Rio de Janeiro

O empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira, deixaram a prisão na manhã deste sábado depois de quase dois meses encarcerados na cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, na Zona Norte do Rio.

Ambos saíram do presídio às 10h30, acompanhados pelos advogados. A dupla foi liberada depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes derrubou nesta sexta-feira uma decisão do juiz federal Marcelo Bretas que barrava o pedido de habeas corpus.  Ambos são investigados na Operação Ponto Final, um braço da Lava Jato que apura suspeitas de corrupção no sistema de transporte público do Rio de Janeiro.

A decisão do ministro atendeu a uma reclamação ajuizada pelos advogados dos empresários contra o descumprimento, por parte do juiz, da decisão anterior proferida por Mendes, que determinou a soltura dos investigados na quinta-feira. Após a divulgação da decisão de Gilmar Mendes, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, mandou prender novamente Barata Filho e Teixeira.

Mais cedo, o ministro disse que não vai se declarar suspeito para julgar o caso. Ele foi padrinho de casamento da filha de Barata Filho.*

(*) veja.com

SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2017

IM MEMORIAM

Homenageio hoje os 70 anos, se vivo fosse, do meu grande amigo Roberto Múrcia Moura. Esta música em parceria com Arlindo Cruz e Sombrinha , Luiz Carlos da Vila, outro também amigo no andar de cima, cantou a cappella no enterro do Roberto; era uma das sua músicas preferidas.*

(*) Acir Vidal, editor do blog.