Ô COITADO!

Tribunal cassa aposentadoria de ex-juiz Nicolau

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O Plenário do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT2) cassou a aposentadoria do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto (foto abaixo), condenado por desvio de verbas das obras do Fórum Trabalhista da Capital. Preso desde abril, Nicolau presidiu o TRT2 nos anos 1990, época em que foi realizada a licitação para a construção do Fórum, situado na Barra Funda, zona Oeste de São Paulo.

Ele foi condenado a 28 anos de prisão, sob acusação de lavagem de dinheiro, corrupção e fraude no processo de concorrência. Atualmente, aos 84 anos de idade, ele cumpre pena no Presídio de Tremembé (SP). O desvio, segundo o Ministério Público Federal, alcança, em valores atualizados, R$ 1 bilhão.*

(*) Fausto Macedo, Estadão

BLACK FRAUDE

Black Friday brasileira teve 21% dos preços elevados

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Na Black Friday brasileira deste ano, o número de itens que tiveram os preços aumentados no dia da promoção foi mais que o dobro do que aqueles que tiveram seus preços reduzidos. É o que revela uma pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) em parceria com a empresa Íconna, especializada em monitoramento de preços no e-commerce. O levantamento mostra que 21,5% dos cerca de 1.300 itens acompanhados na internet tiveram seus preços majorados, em média 10,2%, no dia da promoção. Em contrapartida, apenas 9,5% dos itens monitorados tiveram os preços foram reduzidos. E o corte médio foi de 11%. Nuno Fouto, diretor de Pesquisas do Provar e responsável pelo trabalho, observa que, dentre os 1.300 itens acompanhados, estão eletrodomésticos, eletrônicos, jogos, livros e artigos para a casa, em 11 sites que participavam da promoção. Ele pondera, que, teoricamente, esse itens deveriam participar da promoção, pois estavam sendo anunciados dentro dos sites participantes da Black Friday. “Aconteceram as promoções, mas elas foram menos intensas em número de itens”, afirma Fouto. Um dado que reforça essa afirmação é que, em relação à pesquisa da Black Friday do ano passado, o evento deste ano registrou um número quatro vezes maior de itens que tiveram os preços majorados e numa proporção bem maior. Em 2012, 5,1% dos itens pesquisados tiveram os preços reajustados para cima em 5,7%, em média, na Black Friday. Neste ano, foram 21,5% dos itens majorados, e em 10,2%, em média. No sentido oposto, houve reduções, mas com uma significância muito menor em relação aos aumentos. Na Black Friday de 2012, 2,8% dos itens tiveram os preços reduzidos, em média, 6,3%. Neste ano, foram 9,5% dos itens que registraram corte, com uma redução média de 11%. A fatia de itens cujos preços não tiveram alteração no evento, nem para cima nem para baixo, foi de 47,5% em 2012 e de 24,3% neste ano.

Surpresa

Um resultado surpreendente deste ano foi o grande volume de itens cujos preços foram reduzidos após a Black Friday. “O consumidor que esperou para comprar depois do evento se deu bem”, afirma o coordenado da pesquisa. O levantamento mostra que neste ano 22,6% dos itens pesquisados tiveram redução de preços após a Black Friday. Coincidentemente o porcentual é muito semelhante àquele dos que aumentaram preços na Black Friday (21,5%). No ano passado, apenas 2,6% dos itens tiveram os preços reduzidos após o evento. Na análise de Fouto, esse resultado reafirma o cenário fraco de vendas neste ano e que a Black Friday teve um desempenho abaixo das expectativas. Tanto é que foi necessário reduzir os preços após a promoção. “O comércio ficou com medo de carregar esses estoques até o Natal.” No ano passado, observa o coordenador da pesquisa, a economia estava mais aquecida, as vendas no varejo cresciam na faixa de 8%, o dobro do registrado neste ano, e não foi necessário desovar estoques após a Black Friday, como ocorreu neste ano. A competição mais acirrada no varejo este ano levou a uma situação inusitada. No evento deste ano, a pesquisa listou itens com maiores aumentos e reduções de preços, segundo o acompanhamento feito por site de cada loja virtual. E o resultado mostrou que um mesmo item, por exemplo, fogão ou geladeira, apareceu tanto na lista dos maiores aumentos de preço como na relação das maiores quedas. Segundo Fouto, isso mostra que as lojas fizeram um mix – isto é, reduziram muito os preços de alguns produtos para atrair o consumidor, ao mesmo tempo que aumentaram o preço de outros itens. Essa estratégia é antiga e muito usada por supermercados que, para atrair os compradores reduz os preços dos itens básicos como arroz feijão, na expectativa de que o consumidor compre por impulso outros produtos nos quais os preços e as margens são maiores. Por isso, diz ele, em alguns sites a geladeira aparece com menor preço e em outro com maior preço, dependendo da estratégia e do mix de produtos da loja. A lição que fica da pesquisa, segundo o seu coordenador, é que o consumidor precisa acompanhar, pesquisar e comparar preços para fazer bons negócios, até nas promoções.

(*) Márcia De Chiara | Agência Estado

ZERÓIS DO PT

Com Lula e Dilma, Congresso do PT se transforma

em ato de apoio a mensaleiros condenados

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BRASÍLIA – Com as presenças da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o 5º Congresso do partido, aberto na noite desta quinta-feira, foi transformado em um ato de apoio aos petistas condenados no julgamento do mensalão. Com Lula e Dilma no palco, a plateia gritou em coro: “Dirceu, guerreiro do povo brasileiro”, “Genoino, guerreiro do povo brasileiro”, e “Delúbio guerreiro, do povo brasileiro”. Lula começou seu discurso afirmando que não falaria de mensalão, mas depois de apelos da militância se referiu ao caso como “a maior campanha de difamação”: – Eles tinham medo do Lula, agora têm que enfrentar a Dilma e o Lula, agora têm que enfrentar um partido que na maior campanha de difamação faz um PED (Processo de Eleição Direta) e coloca mais de 400 mil militante para votar – disse Lula, citando as eleições internas do PT, que elegeu novos dirigentes no mês passado. O ex-presidente também comparou o caso do helicóptero de um parlamentar pego com cocaína à repercussão do emprego de Dirceu. – Nosso partido tem sido vítima das suas virtudes e não só de seus defeitos. Somos criticados pelas coisas boas que fazemos, não só pelos erros. Se for comparar o emprego do Zé Dirceu no hotel com a quantidade de cocaína no helicóptero, pelo menos houve uma desproporcionalidade na divulgação do assunto – disse Lula, em referência à cocaína encontrada no helicóptero que pertence à família do senador Zezé Perrella (PDT-MG). Antes de falar, a plateia havia gritado, em coro: – Lula, guerreiro, defenda os companheiros.

(*) FERNANDA KRAKOVICS E LUIZA DAMÉ – O GLOBO

ESCROQUE JURAMENTADO

A novela “Sergio Cabral e as Enchentes”

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Há sete anos no poder, Cabral culpa ‘décadas

de abandono’ por enchentes

Há sete anos no cargo, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) culpou nesta quinta-feira (12) as “décadas de abandono” pelas enchentes e mortes causadas pelas chuvas na Baixada Fluminense, além das prefeituras pela ocupação irregular das áreas de risco.*

(*) Estadão.

AJOELHOU, TEM QUE ROUBAR

NEM JESUS SALVA

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Janira Rocha, aquela deputada  estadual do PSOL fluminense  flagrada usando dinheiro de sindicato em campanhas, decidiu que não vai renunciar ao cargo como queria a cúpula do partido no Rio de Janeiro – leia-se Chico Alencar e Marcelo Freixo.

Prestes a ser cassada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro , se converteu. Virou evangélica e tem feito discursos repletos de citações a Deus nos últimos tempos.*

(*) Blog do Lauro Jardim.

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Diferença gritante

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Entre janeiro e setembro, a produção de petróleo nos EUA subiu 15,7%  em comparação com o mesmo período de 2012. E as importações, no mesmo período, diminuíram 8,5%.

No Brasil, deu-se o seguinte quadro: queda de  produção de 3,6%  e aumento de importações de 26%.

(*) Blog do Lauro Jardim

QUEM É O CULPADO, É VOCÊ, ELEITOR BABACA!

COM A DUPLA DEBI E LÓIDE NO GOVERNO, O RIO DE JANEIRO

VIVE UMA FASE DEPRIMENTE

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O povo teve muita esperança nos dois. Quando Sergio Cabral Filho surgiu na política, na aba do pai, que era vereador, e do sogro, Gastão Neves, diretor da Paranapanema e sobrinho de Tancredo Neves, parecia que se tratava de um jovem ético e idealista.

O pai, que sempre se declarou comunista e até hoje frequenta a roda dos velhos camaradas, descaminhou e deu um jeito de ser nomeado para o Tribunal de Contas do Município. O filho, na primeira oportunidade que teve, candidatou-se a prefeito pelo PSDB, mesmo sem chances, e começou a fazer fortuna com as famosas “sobras de campanha”. Depois, eleito presidente da Assembléia, aliou-se ao deputado Jorge Picciani e tornou um dos maiores corruptos da política brasileira.

Seu padrinho no PSDB era o ex-governador Marcello Alencar, que chegou a denunciar o enriquecimento ilícito do afilhado, mas não pode ir em frente, porque Cabralzinho ameaçou com um dossiê sobre Marco Aurelio Alencar, filho de Marcello, que então recolheu os flaps, como se diz na linguagem aeronáutica.

 

NO PAPEL DE LÓIDE

Como na série de comédias de Hollywood, Cabralzinho é o Debi e seu pupilo Eduardo Paes faz o papel de Lóide, com grande maestria. Criado na Barra da Tijuca, o prefeito não conhece a cidade, especialmente o Centro. Altamente irresponsável e delirante, é capaz de derrubar o mais importante viaduto do Rio, sob o argumento de que enfeia a cidade, e consequentemente criar um dos maiores engarrafamentos do mundo.

Na primeira chuva forte, seus planos foram literalmente por água abaixo, desculpem o inevitável jogo de palavras. E ainda bem que não chegou a concretizar seu outro projeto genial e mirabolante – a transformação da Avenida Rio Branco em rua de pedestres. Se o fizesse, seria caso de internação compulsória no Hospital Pinel.

Agora, a honorabilidade de Eduardo Paes também despencou, com a revelação das contas no Panamá, abertas em nome do pai, da mão e da irmã, no valor total de R$ 20 milhões. Ou seja, além de idiota e debilóide, o rapaz é também corrupto, vejam quanto talento.

E a culpa é nossa, que colocamos essas raposas para tomar conta dos galinheiros. Os dois deveriam estar atrás das grades, juntos com Luiz Fernando Pezão, que contratava as obras com a Delta de Fernando Cavendish, e com Sergio Cortes, o secretário de Saúde, que faz papel de Médico e de Monstro. Além, é claro, do empresário Arthur Cesar, o rei das concorrências fraudadas e grande peça do “esquema”.

Ah, que saudades do meu Rio de Janeiro…*

(*) Carlos Newton, Tribuna da Imprensa Online

PICARETAS JURAMENTADOS

Ao inaugurar Via Binário, Paes ocultou

que drenagem só fica pronta em 2016

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No fim da tarde do primeiro sábado de novembro de 2013, dia 2, Eduardo Paes divertiu-se fotografando o pôr do sol, pouco antes de inaugurar a Via Binário, na região portuária do Rio. O prefeito advertiu que haveria “transtornos” no trânsito da área na semana seguinte e problemas no ano e meio, dois anos vindouros (leia aqui).

Nada informou sobre o sistema de drenagem na via funcionando plenamente só em 2016. Isso numa cidade que geração após geração padece das consequências das chuvas e da recusa das autoridades em defender os cidadãos dos estragos provocados pelas intempéries.

Nesta quarta-feira, 11 de dezembro, pouco mais de um mês depois da distribuição de sorrisos de Paes na cerimônia de inauguração, a Via Binário inundou, impedindo durante horas a passagem de automóveis.

Só então Eduardo Paes alertou para a ausência de drenagem efetiva (aqui). Como de costume, apenas depois de ocorrido o desastre e desmascarada a falha de gestão, ameaçou multar a concessionária que toca a obra (aqui).

As mortes ocorridas na Baixada Fluminense são, evidentemente, muito mais graves que a debacle da nova rota à primeira chuvarada. E talvez o fiasco físico seja menor que o moral: por que o prefeito não avisou aos cariocas que a drenagem capenga (ou sua inexistência) era incapaz de conter os danos de temporais? Não sabia? Seria caso de inépcia? Sabia? Eis a questão moral.

A Via Binário foi aberta para compensar o impacto no trânsito causado pela demolição do elevado da Perimetral. Só na fase inicial da derrubada do monstrengo, seria consumido mais de R$ 1 bilhão. Pôr abaixo a Perimetral parece uma boa. A dúvida é se outras prioridades não pedem socorro, numa cidade com tantos pobres.

Em tempo: lá em cima, a Perimetral não alagava feito a Via Binário.*

(*) Blog do Mário Magalhães, UOL.

SABE QUANDO ISTO VAI MUDAR?

O país do estamos providenciando

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As autoridades prometem que, daqui pra frente, tudo vai ser diferente, o torcedor briguento de futebol vai aprender a ser gente. O pior é que não somos só nós que sabemos que é tudo conversa mole: as autoridades também sabem.

1 – O mesmo torcedor é preso em Oruro, na Bolívia, e pouco depois em Salvador, na Bahia. Já esteve em Tóquio, no Japão. De onde tira tanto dinheiro?

2 – Um torcedor foi fotografado, na briga das torcidas organizadas do Atlético Paranaense e do Vasco da Gama, com um porrete quase do tamanho dele, com pregos na ponta. Por mais ingênuo que seja o policial, ou o porteiro, ou o segurança, que é que imaginou que ele pretendia fazer no estádio com o porrete? OK, temos de admitir que há possibilidades diversas, mas com pregos na ponta?

3 – Um ex-vereador de Curitiba, Juliano Borghetti, do PP, membro do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, membro da Comissão Especial para Assuntos da Copa 2014, superintendente da Ecoparaná, aliado do governador tucano Beto Richa, foi fotografado no meio da briga de atleticanos e vascaínos. Enfim, uma autoridade ativa! Pena que sua atividade seja participar de guerra de torcidas.

A solução para pacificar os estádios é simples: a mesma da Inglaterra, e não há falta de câmeras por aqui. É identificar e punir os baderneiros – ou com proibição de ir ao jogo, supervisionada pela Polícia, ou com prisão. E aqui? Por cerca de um ano, funcionou no Ministério da Justiça a Comissão Técnica de Combate à Intolerância Esportiva. Neste ano não houve brigas em estádios. Ao assumir, o ministro José Eduardo Cardozo acabou com ela.

Por que? Perguntem a ele, oras!

 

Parecia bom

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Pior do que a ideia má é a falsa boa ideia. Eleição direta no futebol, por exemplo. Para garantir o apoio de uma massa organizada, a diretoria do clube abre os cofres para as torcidas organizadas (as que provocam as brigas). Surgem as viagens subsidiadas, os ingressos gratuitos ou com descontos, para que os líderes possam revendê-los, e se forja a aliança entre clube e baderneiros. Experimente o caro leitor comprar um ingresso numerado e, ao encontrar sua cadeira ocupada, chamar o segurança. Ele não vai tomar providência alguma.

Sabe quem manda.

 

Sem baderna

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O prefeito paulistano Fernando Haddad, do PT, está sendo hostilizado pelo Movimento dos Sem Teto, sabe-se lá por qual motivo. Até aí, faz parte do jogo. O que não faz parte do jogo é reunir um grupo de baderneiros em frente à casa do prefeito, de madrugada, para impedi-lo de dormir. O prefeito tem direito à sua vida particular, tem direito ao descanso; tem vizinhos, tem família. Quem quiser se manifestar que vá, ordeiramente, pacificamente, a seu escritório na Prefeitura.

 

Civilização, enfim

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A presidente Dilma Rousseff convidou para acompanhá-la aos funerais de Nelson Mandela todos os ex-presidentes. É uma demonstração de urbanidade. Dilma, aliás, mostra mais pendor para a convivência civilizada que seu antecessor, o presidente Lula. Por várias vezes, sem deixar de criticar sua administração, homenageou o presidente Fernando Henrique. Lula preferiu jogar para a plateia.

 

Nas asas do seu bolso

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Lembra dos acessos moralizadores após as manifestações de junho? Lembre-se bem, pois hoje são apenas memória. O governador fluminense Sérgio Cabral, por exemplo, voltou a frequentar sua casa de praia em Mangaratiba no magnífico helicóptero “para uso exclusivo em serviço” do Governo. Esposa, filhos, babá, todos voando.

Só o cachorro de estimação da família ainda não voltou aos ares.

 

É coisa nossa

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Por falar em Mangaratiba, o cidadão Sérgio Lopes da Silva, lá residente, perdeu uma das mãos há 20 anos. Tem carteira especial de motorista, na forma da lei. E o Detran do Rio o obriga fazer perícia médica todos os anos, por causa deste problema. Ele tem de provar, ano sim, outro também, que sua mão não cresceu de novo.

São 170 km de viagem, ida e volta. E não tem jeito de a mão voltar.

 

No bolso, não

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O PSB, de Eduardo Campos e Marina Silva, colocou em seu portal a ideia de abolir a isenção de impostos para igrejas em geral. É uma proposta interessante, que merece ser avaliada. A isenção se presta a todo tipo de abuso. O jornalista Hélio Schwartsman, da Folha de S.Paulo, fundou uma igreja só para mostrar como é fácil livrar-se de impostos: é ele o líder da Igreja Heliocêntrica, e sua mulher e filhos ocupam outras posições eclesiásticas. Se quisessem (não queriam: o objetivo era só fazer a reportagem), estariam livres de impostos.

O problema é que Marina é protestante e tem forte apoio evangélico; e Eduardo Campos está com o apoio do pastor Silas Malafaia muito bem encaminhado para 2014.

 

O gato não comeu

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O ótimo colunista Aziz Ahmed, de O Povo, do Rio, foi quem lembrou a data: já se passaram dois meses desde que seis vigas de aço, cada uma com 40 metros de comprimento por 60 centímetros de largura, pesando no total 120 toneladas, foram roubadas na zona portuária carioca. Sumiram. E nem se pode botar a culpa, veja só que problemão!, num pé-rapado que estivesse passando por ali. Houve necessidade de guindastes e caminhões.

Mas ninguém sabe, ninguém viu.*

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet.

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