E NO PAÍS DA PAIDA PRONTA

Dunga! Psicóloga: Branca de Neve!

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!

Disney News! AH, NÃO! Dunga de novo na Selecinha? O raio cai, SIM, duas vezes no mesmo lugar. Depois do sete a um, um dos sete anões! E a psicóloga é a Branca de Neve? Rarará!

O burro do Shrek é um gênio perto do Dunga!

E como disse o tuiteiro mvsmotta: “Contratar o Dunga pra tirar o futebol do buraco é como reeleger o Sarney pra acabar com a inflação”. Isso! Dunga na Seleção e Sarney pra presidente. Rarará!

E o Dunga não é o Dunga, o Dunga é o Zangado! E, pior que o futebol, são as roupas do Dunga. A filha estilista. Dunga Fashion Week!

E a CBF tá zoando com a nossa cara! E a CBF não prometia renovação? Mas com Teixeira, Marin e Del Nero vai renovar o quê? As ataduras das múmias? Rarará!

Mas pode ser pior: o Dunga declarar que a camisa 9 continua com o Fred! Rarará!

E o Gilmar parece a preguiça da “Era do Gelo”! E já vou começar

a campanha: “Muda de anão! Bota o Atchim! ESPIRRA, DUNGA!”. Rarará!

E trocar o Felipão pelo Dunga é como trocar burro por jumento! Rarará!

E o bom do Dunga é que você pode fazer as mesmas piadas de quatro anos atrás. Reciclagem de piadas! Rarará!*

(*) José Simão, Folha de São Paulo

POSTE AVARIADO

Rejeitado por 47% dos paulistanos,

Haddad sai de cena

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Com o fim da Copa do Mundo, o prefeito Fernando Haddad (PT) entrou em férias. A vice-prefeita, Nádia Campeão (PCdoB), responderá pelo cargo. É a segunda vez que o prefeito Haddad sai de folga. Em outubro do ano passado, com 10 meses de trabalho, o petista viajou com a mulher, Ana Estela Haddad, para a Itália, onde comemorou 25 anos de casamento.

A assessoria de comunicação do prefeito ainda não informou quantos dias Haddad ficará afastado nem se o prefeito viajou – o afastamento não foi publicado no Diário Oficial da Cidade. Nesta segunda-feira, Nádia afirmou apenas que “acha que a folga será de uma semana”. Segundo ela, “o prefeito está aproveitando o final de julho para descansar”.

Rejeição – Na sexta-feira, pesquisa Datafolha apontou que a atual gestão é reprovada por 47% da população. A taxa aumentou 11 pontos porcentuais de junho para cá, quando 36% haviam considerado a gestão Haddad ruim ou péssima. A parcela da população que classifica a administração como ótima ou boa caiu no período. No fim de junho, esse índice era de 17% e agora, de 15%.

( *) VEJA com Estadão Conteúdo

PESOS PESADOS

Disputa apertada

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Zuenir ganhou um concorrente

Se a disputa pela cadeira de Ivan Junqueira é favas contadas – Ferreira Gullar terá quase a totalidade dos 38 votos – a corrida pela vaga de João Ubaldo Ribeiro na Academia Brasileira de Letras promete ser umas das mais renhidas dos últimos anos.

De um lado Zuenir Ventura e, do outro, Evaldo Cabral de Mello. Cada um tem ao seu lado conhecidos fazedores de imortais, ou seja, aqueles acadêmicos com capacidade de articulação para multiplicar votos. Do lado de Zuenir, Arnaldo Niskier; e se movimentando por Evaldo, Eduardo Portella.

Zuenir e Evaldo deverão entregar suas cartas oficializando as candidaturas na quinta-feira.

(*)  Blog do Lauro Jardim

CHAGA BRASILEIRA

Auxílio-moradia de conselheiros dos tribunais de contas chegam a mais de R$ 7 mil

Benefícios como 14º e 15º salários são pagos como ‘aquisição de obras técnicas’

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BRASÍLIA, SÃO LUÍS, FLORIANÓPOLIS, CUIABÁ E CURITIBA — Os salários ultrapassam R$ 26 mil. A eles, somam-se auxílio-alimentação que chega a R$ 1.000 por mês; auxílio-moradia que, em alguns casos, ultrapassa R$ 7 mil por mês; R$ 2.924 por abono de permanência, pago ao magistrado que, aposentado, continua trabalhando; e 14º e 15º salários camuflados sob a rubrica de “aquisição de obras técnicas”. É a folha dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos estados no país.

Em Mato Grosso, por exemplo, o auxílio-moradia é de R$ 7.235 — mais que o dobro do que têm direito os deputados federais, que podem receber até R$ 3 mil. Mesmo com as regalias, há diversos casos de conselheiros acusados de desvios de verba pública, como mostrou O GLOBO neste domingo. Além disso, os tribunais, que cobram a prestação de contas de vários entes governamentais, não são transparentes.

NA PRESIDÊNCIA DO TCE-MA DESDE 2005

Alguns conselheiros quase se perpetuam na presidência do órgão. O ex-deputado Edmar Serra Cutrim, pai do prefeito de São José do Ribamar, Gil Cutrim, e um dos maiores defensores do clã Sarney, preside o TCE do Maranhão desde 2005. O único biênio em que não estava à frente da entidade — por imposição regimental — foi entre 2009 e 2010. Mas ele ficou como vice, mantendo o poder de decisão.*

(*)  CHICO DE GOIS – O GLOBO

NO FUNDO DO POÇO TEM MOLA?

Expectativa de crescimento ladeira abaixo: chegou a estagflação!

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O relatório Focus, divulgado hoje pelo Banco Central e que compila a estimativa dos principais analistas do mercado, projeta um crescimento abaixo de 1% pela primeira vez para 2014. Historicamente, os analistas costumam errar para cima, sempre se mostrando mais otimistas do que a realidade permite.

O que estamos vendo é um rápido ajuste nas previsões de todos, diante de um cenário cada vez mais sombrio. A queda nas expectativas está ocorrendo de forma bastante acentuada a cada nova semana de divulgação:

Quando lembramos que o ministro Guido Mantega falava em crescer mais de 3% no ano, com inflação sob controle, vemos o quão distante da realidade está o governo Dilma. A equipe econômica parece completamente perdida, sem compreender como chegamos nesse quadro tão preocupante, que praticamente já se configura numa estagflação.

O governo estimulou artificialmente a demanda, expandiu gastos e crédito públicos, e acreditou que era possível simplesmente intervir de cima para baixo no lado da oferta, com subsídios pontuais ou controle de preços. Eis o resultado: a produção não é capaz de acompanhar a demanda, a inflação sobe, a economia retrai. Acabamos sem crescimento e com elevada inflação.

O economista Samuel Pessôa, em sua coluna deste domingo na Folha, fez um resumo da anatomia da estagflação. Usando como exemplo o caso do setor automotivo, ele conclui:

A indústria automobilística é somente um exemplo do impacto desastroso de uma política microeconômica cujo princípio básico é ser discricionária e de uma política macroeconômica que reduz a previsibilidade e aumenta a expectativa de inflação. Em ambos os casos, trocam-se regimes e regras por medidas “ad hoc”, sem fundamento na teoria econômica padrão.

A demanda cai em razão da política monetária mais apertada e a oferta cai como resultado da desorganização produtiva induzida pela política econômica. Oferta e demanda para baixo resultam em atividade em retração apesar da estabilidade da inflação. O longo prazo chegou. Construímos a estagflação.

Construímos, aqui, quer dizer o governo. A estagflação é uma política deliberada de governo, pois a inflação depende diretamente das políticas fiscal e monetária, controladas pelo governo. O excesso de intervencionismo afugentou os investidores também, prejudicando o lado da oferta. Outra política escolhida pelo governo Dilma.

Não chegamos aqui por acaso, por obra do destino, por ganância de empresários ou por consipiração mundial. Chegamos nessa situação horrenda por equívocos cometidos por um governo incompetente e arrogante, que abraçou o nacional-desenvolvimentismo, uma ideologia completamente fora da realidade. E não há indício algum de que Dilma e sua equipe reconheçam isso…*

(*) Blog do Rodrigo Constantino

PAPAI, ESTÃO QUERENDO ME BATER!!!

ME ACODE, LULA!

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Quem disse indignado na semana passada: “A política está apodrecida no Brasil”?

E quem disse: “É preciso acabar com partidos laranjas, de aluguel, que utilizam seu tempo [de propaganda eleitoral no rádio e na TV] para fazer negócio”?

Por último, quem disse que deveriam “ser consideradas crime inafiançável doações de empresas privadas para partidos”?

Está de pé? Melhor sentar. Foi Lula quem disse. Acredite!

Estou de acordo: não é de hoje que Lula diz o contrário do que faz. Ou afirma algo que nega amanhã. Ou simplesmente reescreve fatos conhecidos.

Procede assim porque acha que a política é para ser feita assim. Aprendeu de tanto observar os costumes alheios quando era líder sindical ou político novato.

Aprendeu, também, depois de perder três eleições presidenciais seguidas.

Agora, chega! – concluiu em 1998 ao ser derrotado pela segunda vez por Fernando Henrique. Deve ser por isso que sempre o trata mal. Parece esquecido de que foi cabo eleitoral dele.

Adiante.

Lula mandou chamar à sua presença o presidente do PT, à época José Dirceu. E ordenou-lhe que jogasse as regras do jogo para elegê-lo. Não estava mais disposto a bancar o bobo.

A semente do escândalo do mensalão caiu em terra fértil quando Lula, na companhia de José Alencar, seu futuro vice, assistiu à compra por pouco mais de R$ 6 milhões do apoio do PL do então deputado Valdemar Costa Neto.

O negócio foi fechado em um apartamento de Brasília. Lula e Alencar ficaram no terraço. Dirceu, Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e Valdemar, se trancaram num quarto.

O efeito devastador sobre o governo do escândalo do mensalão obrigou Lula a convocar uma cadeia nacional de rádio e de televisão para pedir desculpas aos brasileiros.

Uma vez terminado o julgamento do mensalão, disse que ele jamais existiu. E acusou o Supremo Tribunal Federal, cuja maioria dos ministros foi nomeada por ele, de ter se curvado à pressão da mídia.

Incoerência? Que nada. Esperteza!

Em 2005, Severino Cavalcanti (PP-PE), presidente da Câmara dos Deputados, renunciou ao cargo e ao mandato para escapar de ser cassado. Recebera um mensalinho pago pelo dono de um restaurante.

Lula saiu em defesa dele três anos depois. Afirmou que o respeitava muito. E culpou parte da “elite paulista” pela queda de Severino. Ainda não existia a “elite branca” capaz de vaiar Dilma.

A um amigo, em conversa recente, Lula referiu-se a Dilma como “aquela mulher”. Lamentou não ter combinado abertamente com ela que a substituiria já este ano como candidato a presidente.

Dilma conta a história de que consultou Lula sobre seu desejo de voltar ao poder. E diz que ele negou o desejo.

Antes de se lançar candidato do PSB à vaga de Dilma, Eduardo Campos ouviu de Lula que não disputaria a eleição.

O “Volta, Lula!” esfriou. O “Me acode, Lula!” só faz esquentar. Para tristeza de Dilma.

Ela imaginou que chegaria às vésperas da eleição deste ano menos dependente de Lula. Mas não. Em primeiro lugar, depende de Lula para se reeleger. Em segundo, do engenho e arte do seu marqueteiro.

O tempo de propaganda eleitoral de Dilma será três vezes maior que o de Aécio e cinco vezes maior que o de Eduardo. Por que?

Porque Lula costurou uma aliança de 10 partidos, a maioria de aluguel, que doou a Dilma seu tempo de propaganda em troca de dinheiro e de cargos no governo.

Se tudo der certo, Lula promete acabar com os meios reprováveis que teriam ajudado Dilma a se reeleger.

Você acredita?*

(*) Blog do Noblat