NUNCA SE ROUBOU TANTO…

AS MÃOS SUJAS

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Ao completar os 50 anos do golpe que instaurou o regime militar, por que eu só consigo enxergar a corrupção que tomou posse depois que a democracia foi conquistada?

Por que esse assunto não me sai da cabeça?

Por que não me saem da cabeça o Rosegate e o PetroBrasGate?

Por que quem denuncia o PetroBras Gate é de direita e quem locupleta os bolsos com ele é é herói da de esquerda ? Por que essa foto das mãos sujas acaba em pesadelos? Por que eu acho que perto do Delúbio, PC Farias era apenas um escoteiro cheio de esperteas?

Se eu tivesse juízo talvez não ficasse tão pê da vida, mas otário que sou não consigo mudar de assunto: a Petrobras com um rombo de 220 Bilhões de Dólares e as minhas ações valendo a metade do que paguei por elas; comprei-as com meu Fundo de Garantia que afundou e foi parar no fundo do poço, tapeado pelo governo.

Cada R$ 10 que investi, hoje valem R$ 5; não me canso de repetir. Mas não estamos sozinhos nessa treta da Petrobras.Miss Piggy também pisa em brasas com a CPI, que pode abrir a caixa preta, uma Caixa de Pandora: aberta, “the shit hit the fan” e vai voar porcaria fedorenta pra tudo quanto é lado.

Fica faltando abrir a do BNDES, que pode derrubar esta República e dar lugar a outra, quem sabe melhor do que esta, pior não pode haver.

No entanto, trama-se uma trama contra a CPI; as excelências estão armando uma comissão mista pra “investigar” e remover a trama. Adivinha quem vai ser a tropa de choque que vai controlar a PetrobrasGate?

Acertou.

Não adianta a gente imaginar que a queda da Miss Piggy nas pesquisas resultou numa valorização do papel pintado que são as ações da Petrobras.

Ao pensar nas minhas, revejo um documentário da Alemanha com pessoas empurrando carrinhos cheio de pacotes de dinheiro pra comprar um pão. O Kaiser parecia o Sarney e seu congelamento. Cheguei a rodar São Paulo inteira durante um domingo inteiro, atrás de duas latas de tinta “congeladas”, no câmbio negro, patriótica experiência.

As Mãos Limpas da Itália nunca pegaram aqui. Talvez os nossos juízes temam os donos das mamatas nas tetas da viúva e as bombas que podem explodir, como explodiram o carro de um juiz honesto, Giovanni Falcone.

Falcone havia convencido o ex-capo mafioso Tommaso Buscheta a quebrar o código de silêncio da máfia, a omertà”, abrir o bico e cantar.

Seu trinado foi a música de fundo para a queda de um governo e o apelido de “cidade da corrupção” dado a Milão. Poderia ser Brasília e ninguém notaria a diferença.

O juiz de lá, herói da luta contra as Mãos Sujas, morreu, mas as mãos se limparam um pouco e o país passou por uma faxina que não era jogada de marketing, era pra valer, não como a daqui, a faxina que foi sem nunca ter sido.*

(*) Neil Ferreira, publicado no Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo, capturado do blog do Ricardo Setti.

O DINHEIRO DELE É FÊMEA

ANDRÉ VARGAS FICOU RICO DESDE QUE ENTROU NA POLÍTICA

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PATRIMÔNIO DE ANDRÉ VARGAS AUMENTOU 50 VEZES EM APENAS DEZ ANOS

Desde sua primeira eleição para vereador de Londrina (PR), em 2000, até sua campanha para deputado federal em 2010, o deputado André Vargas fez crescer seu patrimônio 50 vezes, segundo revela reportagem do jornal O Globo deste sábado. Até entrar na política, em 2000, tudo o que o André Vargas tinha era um automóvel Monza 1993, avaliado em R$ 9mil, e a sociedade em três pequenas empresas, cujas cotas somavam R$ 2.100. Já ntre 2006 e 2010, ele comprou um terreno de 121 mil m² em Iboporã, por R$ 100 mil, além de mais uma casa e um lote em Londrina por R$ 21.563,47. Os tempos de Monza foram esquecidos e o deputado chegou às eleições de 2010 como proprietário de três caminhonetes: Toyota Hilux, GM Tracker e Hyundai Vera Cruz. Na mesma época, tornou-se dono de duas empresas, com capital social de R$ 23.500. De acordo com sua declaração, Vargas guardava R$ 56.211,17 na Caixa Econômica Federal. O patrimônio total declarado na eleição passada foi de R$ 572.050,54. Na próxima semana, o PSDB e também o DEM vão protocolar uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra Vargas por quebra de decoro, por suas relações com um criminoso, o doleiro Alberto Youssef, que lhe pagou um o fretamento de um Learjet 45 para que ele viajasse coma família para suas férias em João Pessoa (PB). O PSOL já havia feito um pedido para que a Corregedoria da Casa investigasse o envolvimento do deputado com o doleiro, que foi arquivado ontem pela Secretaria Geral da Mesa Diretora.*

(*) Diário do Poder

A CASA DO TERROR

Senado quer colocar no TCU um senador denunciado no STF por desvio de verba

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A Praça dos Três Poderes é o pedaço de um Brasil muito distante, uma democracia lá longe, onde a anormalidade é normal. No momento, desenrola-se ali uma emboscada contra o interesse público. Os envolvidos se desobrigaram de maneirar.

Numa das laterais da praça, sob a cuia emborcada que esconde o miolo do Senado, trama-se a indicação do senador Gim Argello (PTB-DF) para o posto de ministro do TCU. Assentado à esquerda, o Planalto aplaude. À direita, o STF estranha.

O Supremo faz cara de espanto porque guarda em seus escaninhos meia dúzia de inquéritos contra Jorge Afonso Argello, vulgo Gim Argello. Num desses inquéritos, a Procuradoria Geral da República já ofereceu inclusive denúncia contra o senador.

Acusa-o de fraudar licitação (pena de 3 a 5 anos de cadeia, mais multa) e desviar verbas públicas à época em que presidiu a Câmara Legisaltiva do Distrito Federal (peculato, 2 a 12 anos de cana, mais multa). O processo aguarda desde 12 de setembro de 2013 pelo voto do relator, o ministro Gilmar Mendes.

Nos outros inquéritos, a lista de crimes atribuídos a Gim Argello faz dele um personagem apto para várias coisas, nada que se pareça com as atribuições de um ministro do TCU: apropriação indébita, corrupção (ativa e passiva), lavagem de dinheiro e crimes contra o patrimônio.

Se o nome de Gim Argello for aprovado pelos seus colegas, ele pode vir a ocupar duas cadeiras simultaneamente: a de ministro do Tribunal de Contas e a de réu no Supremo Tribunal Federal.

À condição de suposto profanador das arcas públicas, o senador agregará a credencial de guardião do erário. Repetindo: Gim Argello está na bica de acumular os papeis de julgador e suspeito, mocinho e bandido.

O apoio do Planalto não é passivo, mas ativo. Para facilitar a busca de Gim Argello por um prontuário novo, os ministros palacianos Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini negociaram com o PTB uma dança de cadeiras.

Presidente do PTB federal, o ex-deputado baiano Benito Gama deixa a vice-presidência de Governo do Banco do Brasil para pedir votos. Quer voltar à Câmara. Para o lugar de Benito, Dilma deve nomear o ex-senador Valmir Campelo, que acaba de se aposentar do TCU. Campelo sairia apenas em outubro, ao completar 70 anos.  Fechando o círculo, Gim Argello iria ao TCU.

Para que o despautério avance, o nome de Gim Argello terá de ser aprovado, por maioria simples, nos plenários do Senado e da Câmara. Considerando-se a omissão da banda muda do Congresso e atuação dos ministros do ex-PT, a chance de fazer o pior da melhor maneira possível é enorme.

O bom senso desaconselha o envio ao TCU de alguém ainda sujeito a múltiplas condenações judiciais. Mas, se o Congresso fosse feito à base de sensatez, talvez faltaria material.*

(*) Blog do Josias de Souza

DE CORRUPÇÃO, ELE ENTENDE TUDO…

Lula se reúne com Dilma e diz que é preciso evitar CPI

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Ex-presidente e sucessora traçam estratégia a fim de minimizar os danos das suspeitas que recaem sobre a compra de refinaria

Brasília – Em encontro de três horas, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversaram nesta sexta-feira, 4, a sós sobre a crise política e a tentativa da oposição de instalar uma CPI da Petrobrás para fustigar o governo na campanha eleitoral. Lula avalia que o Palácio do Planalto deve fazer de tudo para segurar a CPI, considerada uma “arma” perigosa na direção de Dilma.

A reunião entre a presidente e seu padrinho político ocorreu em um elegante hotel da zona sul de São Paulo e foi a primeira depois que veio à tona a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, pela Petrobrás. O negócio é investigado pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União por suspeitas de superfaturamento.

Na avaliação de Lula, Dilma está na defensiva e precisa reagir, intensificando viagens para mostrar que o governo está fazendo. Para ele, a campanha começa a esquentar agora, porque, lém do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Dilma terá em seu encalço o presidente do PSB, Eduardo Campos, que deixou o governo de Pernambuco nesta sexta.

Aécio e Campos serão adversários da presidente na disputa pelo Planalto e acertaram uma ofensiva conjunta para montar a CPI da Petrobrás. A estratégia do governo para inviabilizar a apuração do superfaturamento nos negócios da estatal consiste em apresentar sempre novos pedidos de CPI.

Após vários movimentos de idas e vindas do Planalto, a ideia agora é bater na tecla da necessidade de ampliar o foco das investigações – atingindo, por exemplo, o cartel do Metrô em São Paulo e denúncias de irregularidades no Porto de Suape, em Pernambuco -, para desgastar Aécio e Campos. Na prática, o governo conta com a proximidade da Copa e do calendário de campanha eleitoral para enterrar de vez a CPI.

Lula avalia que Dilma acabou puxando a crise para o Planalto quando disse que só votou favoravelmente à compra de Pasadena porque recebeu laudos incompletos sobre o negócio.

Na época, Dilma era ministra da Casa Civil e presidia o Conselho de Administração da estatal. Lula não gostou de ver sua sucessora praticamente apontando o dedo para José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás e indicado por ele para o cargo.

Sem avisar. A conversa desta sexta entre Dilma e Lula não constava da agenda presidencial. O compromisso só foi incluído ali à noite, quase cinco horas após ter ocorrido.

A portas fechadas, o ex-presidente mostrou a Dilma o roteiro que pretende percorrer nesse início de campanha, disse esperar que a cúpula do PT resolva os problemas para a montagem de palanques estaduais com o PMDB e prometeu ir logo a Pernambuco, Estado onde ele e Campos nasceram.

Dilma quer que o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também participe do núcleo de sua campanha à reeleição, que é coordenada pelo presidente do PT, Rui Falcão, para ajudá-la na região Nordeste. *

(*) Vera Rosa e Tânia Monteiro – O Estado de S. Paulo

Sexta-feira, 4 de abril de 2014

Dilma e Lula se reúnem a sós em SP para discutir crise na Petrobras

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A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiveram na tarde desta sexta-feira (4) o primeiro encontro para debater a crise da Petrobras.

A reunião aconteceu em um hotel da zona sul da capital paulista e, a portas fechadas, os dois discutiram a sós uma das principais polêmicas que acometeram o governo da petista.

Dilma aproveitou sua passagem por São Paulo –onde participou da inauguração de 2.508 moradias do Minha Casa Minha Vida no interior do Estado—, e fez uma parada estratégica na capital para a reunião com o antecessor.

Segundo sua assessoria de imprensa, a presidente sairia de São José do Rio Preto (a 438 km de São Pualo) por volta das 14h e seguiria direto para Brasília. No entanto, às 15h25 Dilma chegava ao hotel em São Paulo, 15 minutos depois de Lula.

DISCUSSÃO POLÊMICA

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O ex-presidente acredita que toda a energia do governo federal está sendo consumida com as denúncias sobre a Petrobras e a polêmica sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

Lula dirá a Dilma que o governo não pode estar paralisado em ano de eleição e que a reação precisa ser rápida. Para ele, a condução da crise levou a polêmica para o centro do Palácio do Planalto e deu à oposição munição para atingir a imagem da presidente.

O encontro sem testemunhas é, segundo interlocutores de Lula e Dilma, para evitar qualquer vazamento de críticas ou explicações que um faça para o outro.

Após a reunião, a presidente retorna a Brasília, enquanto Lula segue para uma plenária do PT para promover a pré-candidatura de Alexandre Padilha, seu afilhado político, ao governo de São Paulo.*

(*) MARINA DIAS – ANDREIA SADI – FOLHA DE SÃO PAULO

VAI TRABALHAR, VAGABUNDO!

Câmara nega aposentadoria por invalidez para Genoíno

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A Câmara dos Deputados negou nesta sexta-feira (4) pedido de aposentadoria por invalidez feito pelo então deputado federal José Genoino (PT-SP), preso após o julgamento do mensalão.

Em nota, a Câmara afirma que a junta médica da Casa que o avaliou concluiu que ele não apresenta, “no momento, cardiopatia grave que resulte em incapacidade laborativa definitiva”. O documento é assinado pelos médicos Luciano Janussi Vacanti, Fernanda Perez Cabral Furtado, Luis Gustavo Gomes Ferreira e Gerson Costa Rodrigues Filho.

Preso desde novembro do ano passado, Genoino cumpre pena de 4 anos e 8 meses por corrupção ativa em regime domiciliar em uma casa alugada pela família dele em Brasília. Ele também havia sido condenado a 2 anos e 3 meses por formação de quadrilha, mas o tribunal, no julgamento, o acabou absolvendo deste delito.

Genoino foi condenado ainda a pagar multa de R$ 667,5 mil. O petista fez uma campanha e arrecadou o valor por meio de doações online.

O petista, que renunciou ao mandato em dezembro passado, continuará recebendo aposentadoria da Câmara no valor de R$ 20 mil bruto (R$ 14,1 mil em valor líquido). Ele tem direito a esse salário por conta de mandatos anteriores.

A tentativa da defesa dele era que transformar a aposentadoria parcial dele em uma por invalidez, o que garantiria a ele o valor integral do salário de um congressista, que é de R$ 26,7 mil.

Genoino aguarda ainda uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o seu pedido de prisão domiciliar em definitivo. O presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, que é relator do mensalão, determinou que ele passe por nova perícia, o que ainda não ocorreu.

Genoino realizou no meio do ano passado, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, uma cirurgia de correção da artéria aorta. Em setembro, antes mesmo de ser preso, ele pediu aposentadoria por invalidez, mas a junta médica que o analisou disse ser necessária uma nova bateria de exames.*

(*) UOL

APERTEM O CINTO, A GERENTONA SUMIU

Desempenho pífio

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A produção de petróleo dos dois primeiros meses do ano, de acordo com dados da ANP, podem revelar um copo cheio ou vazio, dependendo do olho do leitor.

Como exemplo de “copo cheio”, pode-se sacar a produção de petróleo em fevereiro comparada ao mesmo mês de 2013: aumentou 3,6%. Assim como, no primeiro bimestre, está positiva em 1,7% comparada também ao mesmo período do ano passado.

Agora, o “copo vazio”:  quando se compara a produção de fevereiro com a de janeiro, verifica-se uma queda de 8,4%. E, num olhar de mais longo prazo, verifica-se que a produção diária de petróleo no governo Dilma cresceu míseros 0,75% entre janeiro de 2011 e fevereiro.

E, então, caro leitor, você fica com o copo cheio  ou o copo vazio?

(*) Blog do Lauro Jardim

Gerentona incomPTente

Eletrobras negocia com governo injeção

de R$ 12 bi para se reequilibrar

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Em uma situação financeira delicada após dois anos de prejuízos bilionários, a Eletrobras negocia com o governo federal uma injeção de R$ 12 bilhões para se reequilibrar e fazer caixa para investimentos nos próximos anos.

Caso o dinheiro entre, a conta será paga por todos os consumidores do país, possivelmente em 30 anos.

O acerto de como se dará esse pagamento depende de proposta em elaboração pela Aneel da palavra final dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia.

A Eletrobras receberia a compensação por investimentos feitos no sistema de transmissão e melhorias em usinas antes de 2000, os quais não foram levados em consideração em outro acordo do setor elétrico com o governo.

Numa outra indenização que já está sendo paga, R$ 14 bilhões vão, de modo parcelado, para o caixa da estatal a fim de ressarci-la por perdas decorrentes dos novos contratos de concessão de usinas, que permitiram no ano passado a redução das tarifas de energia.

Nesse cálculo, porém, ficaram de fora o investimento em transmissão e outro, menor, feito em hidrelétricas, todos antes de 2000.

O governo dispunha de R$ 19 bilhões num fundo setorial de energia e arbitrou 2000 como parâmetro para os pagamentos. A Eletrobras, porém, recorreu à Aneel em 2013 para incluir os investimentos anteriores a 2000 no pacote de indenizações do setor.

A Folha apurou que a estatal não prevê receber os recursos de imediato. Por isso os reserva para investimentos futuros.

A previsão é que a agência reguladora, responsável pelo cálculo do valor a ser indenizado, apresente sua proposta até maio.

“Essas indenizações serão submetidas ao Ministério de Minas e Energia, que definirá a forma de pagamento”, disse a Aneel, sem dar detalhes. A tendência, porém, é que se faça o repasse ao consumidor, diluído em 30 anos.

PERDAS

Apesar das perdas dos últimos dois anos, o diretor financeiro da Eletrobras, Armando Casado, mostrou-se otimista com o resultado da companhia neste ano e previu o retorno ao lucro. Em 2013, a estatal teve prejuízo de R$ 6,3 bilhões. Em 2012, de R$ 6,9 bilhões.

Para o executivo, o prejuízo decorreu sobretudo de “efeitos não recorrentes”, concentrados no ano passado, como o gasto de R$ 1,7 bilhão em indenizações de empregados que aderiram ao programa de demissões incentivadas.

A expectativa da estatal é ter uma geração de caixa de, ao menos, R$ 77 milhões neste ano -em 2013, a cifra ficou negativa em R$ 3,7 bilhões. A “virada” será possível graças ao aumento de receita com novas usinas (como Jirau) e corte de custos.*

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(*) PEDRO SOARES – DO RIO – FOLHA DE SÃO PAULO