HISTÓRIA MAL CONTADA…

MINISTRO DA SAÚDE FEZ CONCURSO

PARA SER PROFESSOR UNIVERSITÁRIO?

000 - CUMEQUIE - 03 -  gif

Os sites explicam que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, pediu demissão do cargo, para  assumir o cargo de professor na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), devendo voltar segunda-feira à função ministerial, por meio de nova portaria a ser publicada no Diário Oficial da União.  Assumiu interinamente a pasta o secretário-geral Mozart Julio Tabosa Sales.

As notícias são incompletas. O que se quer saber é o seguinte: o ministro-consultor fez concurso para professor federal ou está sendo nomeado à Bangu, como se diz aqui no Rio de Janeiro. É só isso que importa. E quem sabe ele não dá uma consultorias la na Unifesp? Ele é mestre nisso? Grande mestre, aliás, ou doutorado, tipo Dilma na Unicamp?

O governo tem obrigação de explicar esse estranho caso.*

(*) Carlos Newton, Tribuna da Imprensa Online.

DOAÇÕES NA MIRA DO CONGRESSO

Inspirado em Dirceu

Vacas-2

Líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho apresentou ontem um projeto para tirar do armário quem doa fortunas a políticos.

A iniciativa é inspirada na farra de recolhimentos milionários por parte dos mensaleiros José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genoino e Delúbio Soares, que, em poucos dias, somaram milhões de reais para quitar suas dívidas – as financeiras, claro – com a Justiça.

O projeto obriga os bancos a exigirem CPF ou CNPJ de quem contribui com qualquer quantia em campanhas realizadas por pessoas físicas. A regra só não vale para doações eleitorais, como era de se esperar.

Se a proposta for aprovada, os bancos serão obrigados a fornecer esse dados a quem quer que seja, sem a necessidade de determinação judicial.

O pidão poderá fazer como Dirceu e seus companheiros e abrir um site para receber os agrados, desde que emita recibo e divulgue seus generosos amigos.

(*) Blog do  Lauro Jardim.

RESPONDAM AÍ…

Uva sim, Noruega não

000 - A dúvida

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, agendou audiência ao ministro das Relações Exteriores da Noruega, Börgen Blende, para as 10 horas do dia 20, quinta-feira. A Noruega tem o melhor Índice de Desenvolvimento Humano e a segunda renda per capita do mundo. Visita importante? Nem tanto: dez minutos antes do horário marcado para a audiência, o chanceler norueguês foi informado de que Sua Excelência, a ministra brasileira, tinha preferido mudar de ideia. Maria do Rosário viajou ao Rio Grande do Sul, deixando de lado a agenda oficial, para participar da Festa da Uva.

Mais do que ministra, Sua Excelência é candidata a deputada federal e isso é que é importante para ela.*

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet.

OS CUCARACHOS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS

Rombo nas contas externas em janeiro

bate recorde, com US$ 11,591 bilhões

0000000000000000000000---------aroeira

O Brasil registrou um saldo negativo de US$ 11,591 bilhões em janeiro em suas transações com o exterior, que incluem a compra e venda de bens e produtos e a prestação de serviços. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (21) pelo Banco Central (BC) e representam um novo recorde.*

(*) UOL

 

A PROPÓSITO

Também só fazendo negócios com Argentina, Cuba e Venezuela, queriam o quê? *

(*) Acir Vidal, editor do blog.

QUINTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 2014

Governo corta gasto com segurança do país, mas não da Copa

000 - COPA DE MERDA

O governo federal fez um corte de 22,5% nos orçamentos de segurança do país em 2014, mas manteve intacto o gasto a ser utilizado para proteger a Copa do Mundo. A principal preocupação será contar a violência nas manifestações de ruas, assim como evitar que atinjam torcedores, e membros da Fifa.

As reduções nas despesas foram anunciadas nesta quinta-feira como parte do esforço para equilibrar as contas da União, aumentando o superávit. Os Ministérios da Justiça e da Defesa foram bastante afetados, com uma diminuição de R$ 4,3 bilhões, de um total de R$ 19,1 bilhões previstos inicialmente para ambos neste ano. A Defesa sofreu a maior tesoura com R$ 3,5 bilhões, sendo o restante da Justiça.

Representantes dos dois ministérios, no entanto, confirmaram que o orçamento para segurança da Copa não sofreu nenhuma alteração, isto é, está mantido em R$ 1,9 bilhão. Alegam que há um legado do investimento em equipamentos que serão usados na proteção da população. Há um total de 157 mil homens de forças de segurança pública e armadas no evento.

“Esse orçamento não sofreu alteração. Foi aprovado pela lei orçamentária, sua matriz que pauta esse investimento que tem um rigoroso cronograma dentro do planejamento e de controle de gastos. Trabalhamos dentro desse orçamento”, afirmou Andrei Rodrigues, da Secretaria Especial de Segurança em Grandes do Ministério da Justiça.

Segundo ele, foram gastos R$ 451 milhões, em 2012; R$ 346 milhões, em 2013. E haverá mais R$ 158 milhões para esses ano. A ampliação de profissionais para 157 mil, quando eram 50 mil na Copa das Confederações, já estava prevista no plano inicial da Copa.

Entre os investimentos, inclui-se dinheiro para centros integrados de monitoramento eletrônico de áreas, assim como caminhões com o mesmo fim que vão acompanhar o que ocorre nos estádios e nas cidades. Equipamentos como artefatos para identificar bombas também são classificados como legado do Mundial por Rodrigues. Mas há R$ 330 milhões previstos só com a operação de segurança do evento.

“O processo é o mesmo para o Ministério da Defesa (sem cortes). (…) Temos uma parcela de custeio neste ano de R$ 70 milhões. Completa. Estamos em dia, estamos com a maioria dos meios adquiridos para colocar a tropa. Orçamento não foi cortado. Teremos no máximo pequenos ajustes da Copa”, explicou o general do Exército, Jamil Megid, representante da Defesa na operação da Copa.

O exército não atuará diretamente na proteção de estádios, ou delegação: só vai intervir se houver um aumento de violência que leve os Estados a requisitar a participação na contenção de protestos.

Os representantes do governo deram explicações sobre a segurança da Copa para representantes das delegações dos países em congresso técnico em Florianópolis, nesta quinta-feira. Houve diversas perguntas sobre as manifestações. A Fifa se mostrou segura com os procedimentos de autoridades brasileiras, e disse não ser alvo.

“Fifa não vem com menos pessoas (Copa). Aumentamos nossa equipe. Não estamos diminuindo as equipes. Não nos sentimos como alvo. Tudo começou com os protestos por passagem. Usaram a vantagem de a Copa ser no Brasil , e exploraram a situação, assim como criticaram corrupção e gasto em direção erradas. Não vamos nos esconder”, afirmou o chefe de segurança da Fifa, Ralf Mutchske.*

(*) Rodrigo Mattos, UOL.

FRASES

000 - A rata eleitor do PT - 00

 

Do jornalista Plínio Magno “Plimagno” Coutinho:

O PT é um partido religioso. Veja em Provérbios 24,2: “Suas mentes planejam roubos e seus lábios falam mentiras”

———————————

Da jornalista Marli Gonçalves, depois de ler a frase acima:

E sempre carregam um terço no bolso. *

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet.

incomPTentes

A luz escura

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAapagão

Smoke gets in your eyes, diz a bela canção de Jerome Kern e Otto Harbach. A fumaça nos olhos impede a visão. O Governo confia na fumaça que encobre o cenário: diz que o custo extra da eletricidade, causado pelo uso intenso de usinas termelétricas, mais caras, será dividido entre o consumidor e o Tesouro. Mas vale uma pergunta: de onde vem o dinheiro do Tesouro? Governo não gera dinheiro; seus recursos vêm dos impostos. Isso não quer dizer que o consumidor vai pagar duas vezes, na conta e nos impostos. É pior ainda: significa que quem usou pouca eletricidade vai pagar por quem usou muita. O desempregado que puxa um carrinho de mão, quando compra um pãozinho, paga IPI sobre a farinha. E uma parte do que paga vai ajudar a pagar a conta de luz de Eike Batista – que, em compensação, não precisará pagar o custo integral, já que o Tesouro o ajuda.

Traduzindo: é tudo encenação, com muita fumaça para os olhos do público.*

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet.

NINGUÉM MERECE…

Azarada

000 -Dilma  mais merda em 2014

Uma coisa a gente precisa admitir: a presidente Dilma é azarada. Bem ao contrário do sortudo presidente Lula.

É verdade que Dilma fez escolhas que se mostraram equivocadas, como a tentativa de crescer via consumo e as intervenções nos juros, nos preços, no sistema elétrico. Mas não é menos verdade que o ambiente foi desfavorável.

Se FHC, também azarado,  havia padecido com as sucessivas crises dos emergentes (México 94, Coréia 97, Rússia 98), Lula assumiu a presidência em 2003, quando o mundo todo exibia um crescimento exuberante. E, especialmente, no momento de máxima aceleração da China, o que turbinou nossas exportações e trouxe uma enxurrada de dólares para o país. Pela primeira vez na história, o Brasil teve sobra de dólares.

Caiu do céu. Do céu internacional e do agronegócio, sempre tão hostilizado pelo PT. Pois foi o agronegócio que trouxe a maior parte dos dólares.

Lula também usufruiu dos benefícios da estabilização monetária, iniciada com o Real em 1994 e consolidada no início de seu governo, o que permitiu a volta do crédito, turbina do consumo.

Verdade que veio a crise financeira dos EUA (2009). Mas, como todos os demais emergentes, o Brasil estava mais preparado, em razão mesmo das reservas de dólares.

E se FHC havia sofrido com a maior seca da história, Lula ganhou períodos generosamente chuvosos. Verdade que houve enchentes e alagamentos, mas o apagão teria sido pior.

E por falar em azar, Dilma está apanhando uma seca parecida com a de FHC. A presidente também apanhou com os efeitos da crise financeira. Primeiro, pegou recessão nos países desenvolvidos e quando estes começaram a se levantar, os emergentes, e especialmente a China, desaceleraram. O comércio externo virou, dos superávits enormes, para um déficit real.

O Fed, banco central dos EUA, primeiro, inundou o mundo de dólares baratos, forçando a valorização das moedas emergentes; agora, está retirando dólares, forçando desvalorizações – e inflação.

Os efeitos da estabilização monetária e da volta do crédito se esgotaram. E os truques da era Lula, como a falsa capitalização da Petrobrás ou a equivocada aliança Sul-Sul,  começaram a mostrar seus efeitos negativos.

O Brasil e os emergentes em geral, de queridinhos, viraram fonte de instabilidades.

Só falta Dilma perder a Copa. *

(*) Portal do Carlos Alberto Sardenberg