O MAIS ÉTICO GOVERNADOR PARA O LULA

Do Maracanã a joalherias, nada escapou ao furação Cabral

Preso em novembro, o gatuno vocacional está perto de completar o primeiro ano do resto de sua vida. Será uma vida não vivida

O carioca Sérgio Cabral tinha apenas 28 anos ao tornar-se deputado estadual em 1991. Dias depois, já se destacava no doce mundo da ladroagem impune por aliar a avidez do noviço à ligeireza de veterano. Começou embolsando pixulecos. A partir de 1995, quando virou presidente da Assembleia Legislativa e transformou o cargo em gazua, as cifras não pararam mais de engordar. Para Cabral, o céu da propina não teria limites.Em 2003, fantasiado de senador, baixou em Brasília para fazer bonito no curso de mestrado em corrupção. Só precisou de meio mandato — quatro anos — para merecer o título de doutor em roubalheira. Em 1º de janeiro de 2007, ao assumir o governo estadual com o apoio militante do comparsa Lula, Cabral estava pronto para comandar o maior saque da história do Rio de Janeiro.Que pirata francês, que nada. Jamais se viu em ação naquele belo recorte do litoral brasileiro um bando de bucaneiros tão boçais, um assalto tão feroz, uma pilhagem tão abrangente e minuciosa. Do Maracanã em reforma à joalheria da esquina, das grandes empreiteiras aos fornecedores de quentinhas da população carcerária, nada escapou ao furação Cabral.Nesta quarta-feira, a sentença que o condenou a mais 45 anos de gaiola registrou que a reunião inaugural da quadrilha homiziada no Palácio Guanabara ocorreu quando os ladrões ainda tentavam curar a ressaca da festa de posse. Preso em novembro, o gatuno cinquentão está perto de completar o primeiro ano do resto de sua vida. Será uma vida não vivida.

Quem apodrece na cadeia constata, ao deitar-se no beliche para tentar dormir, que não viveu mais um dia. Apenas ficou 24 horas mais próximo da cova rasa reservada a um asterisco da história universal da infâmia.*

(*) Blog do Augusto Nunes

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REPÚBLICA DOS CANALHAS

Mãos sujas

Sem maioria no Congresso nenhum presidente governa. Mas nenhum Congresso integrado por tantos pecadores como este é capaz de salvar-se sem um aliado na presidência

Mão, sujeira (Foto: Arquivo Google)

Destina-se a produzir espuma e mais nada a segunda denúncia por corrupção contra o presidente Michel Temer remetida, ontem, à Câmara dos Deputados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Não que se trate de uma denúncia vazia. Não é. E assim o demonstrou fartamente o voto do ministro Luís Roberto Barroso, na linha do voto do relator do caso, o ministro Edson Fachin.

Haveria razões de sobra para que fosse aprovada na Câmara. Ao STF, depois, caberia examiná-la e decidir por seu acolhimento ou não. Uma vez acolhida, Temer responderia a processo.

Falta à Câmara, porém, sensatez, espírito público e compromisso com a busca da verdade. Sobra medo. Preferirá pela segunda vez a solução de deixar no poder um presidente sob suspeita.

O que seria pior? Permitir que a Justiça investigasse um presidente alvo de tão graves acusações? Ou condenar o país à incerteza sobre se permanecerá sendo governado por um criminoso ou inocente?

A escolha da Câmara já foi feita. Não haverá, ali, os 342 votos necessários para a aprovação da denúncia. Temer, de fato, é refém do Congresso. Mas o Congresso é também refém dele.

Sem uma larga maioria de votos no Congresso nenhum presidente governa. Mas nenhum Congresso integrado por tantos pecadores como este é capaz de salvar-se sem um aliado na presidência.

Um presidente pode muito – e mesmo sem apoio popular, Temer tem demonstrado que pode. Uma mão, portanto, lavará a outra. Ao fim e ao cabo, as duas continuarão sujas.*

(*) Blog do Ricardo Noblat

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TENEBROSAS TRANSAÇÕES

Era só o que falta: Gilmar Mendes vai relatar habeas corpus de Joesley Batista

Ele foi citado pelos delatores em uma conversa gravada acidentalmente e que levou a PGR a pedir a rescisão do acordo.

O magistrado já disse que a Procuradoria tem “legislado” ao conceder benefícios não especificados em lei –e citou um caso em que um réu foi para “regime domiciliar diferenciado”, o que considerou inadequado.

ANULAÇÃO – Mendes também afirmou que, se ficar comprovado que provas foram obtidas ilegalmente ao longo da delação e do processo, mesmo que o relator já tenha analisado a legalidade do acordo ao homologá-lo, o plenário pode declará-lo ilegal.  O ministro também acusou a Procuradoria de ter feito “contratos criminosos” com delatores da Lava Jato.

O voto de Gilmar Mendes foi decisivo para o Supremo soltar o procurador Ângelo Villela e o advogado Willer Tomaz, presos em decorrência da delação da JBS.

Conforme informou a Folha, o grupo J&F, que controla a JBS, gastou nos últimos dois anos R$ 2,1 milhões em patrocínio de eventos do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes.*

(*) Letícia Casado – Folha de São Paulo

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RJ ENTREGUE À BANDIDAGEM

Violência deixa milhares de alunos sem aulas no Rio; universidades suspendem atividades na Zona Sul
Quinto dia seguido do operações policiais em várias comunidades do Rio deixa milhares de estudantes sem aulas.escolas e universidades particulares também suspenderam aulas.


Um total de 6.995 estudantes de unidades escolares públicas estão sem aulas em várias regiões do Rio, como a Rocinha, Vila Canoas, Vidigal, Gávea, Chapéu Mangueira, Copacabana – todas na Zona Sul; além de Complexo do Alemão, Tomás Coelho, Morro do Queto, em Sampaio, Juramento, Acari e Pavuna, na Zona Norte, nesta sexta-feira (22), segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME).
No total, 11 escolas, 7 creches e 8 Espaços de Desenvolviemnto Infantil (EDIs) estão sem aulas. Na Rocinha, 6 escolas, 2 creches e 1 EDI ficaram fechados, deixando 3.344 sem aulas. Na Comunidade Vila Canoas, em São Conrado, 1 creche permaneceu fechada e 161 alunos foram prejudicados. No Vidigal, 2 escolas e 2 creches não abriram e 1.178 estudantes não foram às aulas.
Na Gávea, 1 EDI não teve suas atividaes regulars e 150 alunos não puderam comparecer às aulas. No Chapéu Mangueira, 1 EDI ficou fechado e 55 alunos não tiveram aulas. Em Copacabana, 1 escola não funcionou e 170 estudantes foram prejudicados. No Complexo do Alemão, 1 escola e 2 EDIs permaneceram fechados e 466 alunos ficaram seu aulas.
Em Tomás Coelho, 1 EDI não abriu e 50 alunos não foram às aulas. No Morro do Queto , em Sampaio, 1 creche não funcionou, prejudicando 88 alunos. No Juramento, 1 creche com 147 alunos não abriu. Em Acari, 1 escola e 1 EDI com 958 alunos não funcionou regularmente. Na Pavuna, 1 EDI não abriu para atividades e deixou 228 estudantes sem aulas.
Universidades encerram atividades na Zona Sul
Esta sexta (22) , a PUC-Rio informou que, devido a tiroteio intenso na Rocinha e ao fechamento de vias públicas, as aulas do período da tarde e da noite estão suspensas. A Universidade informou, ainda, que os funcionários técnico-administrativos estão liberados de suas atividades, caso considerem conveniente para sua segurança ir para casa.

As Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA) também suspenderam as aulas dos turnos da tarde e da noite na universidade por conta dos conflitos, mas a instituição estará aberta até às 17h para saída de funcionários.
Quinto dia de operações
Esta sexta-feira (21) é o quinto dia seguido de operações para prender criminosos envolvidos na disputa do tráfico de drogas em várias comunidades do Rio. Equipes militares chegaram por volta das 15h30 desta sexta à Rocinha, horas após o anúncio do reforço anunciado pelas autoridades de segurança. Inicialmente, um helicóptero das Forças Armadas sobrevoou a região esta manhã. Ainda esta sexta, o governador do RJ, Luiz Fernando Pezão, publicou em sua conta no Twitter que o Estado vai continuar avançando no confronto com criminosos na Rocinha.
Mapa mostra tiroteios na Rocinha e mais 7 comunidades do Rio na manhã desta sexta-feira (22) (Foto: Arte/G1) Mapa mostra tiroteios na Rocinha e mais 7 comunidades do Rio na manhã desta sexta-feira (22) (Foto: Arte/G1)
Mapa mostra tiroteios na Rocinha e mais 7 comunidades do Rio na manhã desta sexta-feira (22) (Foto: Arte/G1)
Ainda nesta sexta, segundo a Polícia Militar, desde às 5h da manhã, policiais do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) estão atuando na Rocinha. Em diversos momentos, houve confrontos com os criminosos na área de mata. Por volta das 8h, um grupo de menores ateou fogo em um ônibus na subida da Avenida Niemeyer, em São Conrado, mas as chamas foram controladas sem ser necessário o acionamento do Corpo de Bombeiros para o local.
Policiais do 23ºBPM (Leblon) reforçaram o policiamento nos arredores de São Conrado devido a informações do setor de inteligência e do Disque Denúncia dando conta que menores teriam sido orientados por criminosos a atear fogo em coletivos para desviar atenção policial ao cerco da Rocinha.
Por volta das 9h30, criminosos efetuaram disparos da área de mata acima do Túnel Zuzu Angel contra as guarnições policiais que realizam o cerco à comunidade. Ainda nessa ação um artefato explosivo foi lançado em direção a uma viatura da UPP Rocinha na altura da passarela. O artefato não explodiu e o Esquadrão Antibomba da Polícia Civil foi acionado para o local. A Estrada Lagoa-Barra e a Estrada da Gávea foram fechadas preventivamente,
Às 10h, a base da UPP na Rua 2 foi atacada por criminosos. Houve confronto. Um morador foi ferido e socorrido ao Hospital Miguel Couto. Por volta das 11h, policiais do BOPE iniciaram atuação na Rocinha e policiais do BAC no Vidigal.
A Polícia Militar reforçou o cerco à comunidade em todos os seus acessos. Policiais de outras Unidades de Polícia Pacificadora e do Batalhão de Policiamento em Grande Eventos (BPGE) atuam na região. Um veículo blindado dá apoio aos policiais.
No domingo (17), uma guerra entre traficantes começou na Rocinha, aterrorizando os moradores, fechando escolas e deixando quatro mortos. Imagens gravadas por moradores mostram um bonde mais de 50 criminosos durante a invasão na comunidade.*

(*) G1 Rio

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VANGUARDA DO ATRASO

PT volta a defender a ditadura de Maduro

O PT não se emenda nunca.

Hoje, relata a Folha, o partido resolveu divulgar nova nota de apoio à ditadura de Nicolás Maduro e à “Assembleia Constituinte” que ele convocou para anular o poder do Parlamento eleito, dominado pela oposição.

O texto, além de cheirar a naftalina, é puro delírio conspiratório: “A busca, pelos EUA e outras potências hegemônicas, de uma saída para a sua própria crise econômica, não resolvida desde 2007/08, se desdobra em uma crise de dominação política, com agressões que põem seriamente em risco a paz e a segurança dos povos”.

Conclui a partir daí, claro, que há uma “ofensiva conservadora” na América Latina e que o malvado governo Trump ameaça a “soberania da Venezuela”.

Qualquer pessoa minimamente informada sabe que os EUA já saíram da crise econômica há alguns anos. Quem está mergulhada em inflação e desabastecimento –por mérito próprio: incompetência gerencial, corrupção e autoritarismo– é a Venezuela.

Mas o petismo continua firmemente impermeável aos fatos.*

(*) O Antagonista

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PEGARAM A “JANETE” NO CONTRAPÉ

Investigação confirma que Dilma usou e-mail secreto para alertar marqueteiros sobre risco de prisão

Existência de endereços eletrônicos secretos foi identificada pela procuradoria

Trecho da denúncia da PGR contra Dilma Rousseff – Reprodução

BRASÍLIA — Em 6 de setembro, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disparava uma de suas últimas flechadas antes de se despedir do cargo. Ele denunciou os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante, acusados de tentarem atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Detalhes da denúncia conhecidos agora revelam que, segundo Janot, as investigações conseguiram provar trocas de mensagens e telefonemas mostrando que Dilma alertou o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura do risco de prisão.

A denúncia vai em sentido oposto ao que Dilma alegou em 12 de maio deste ano, quando o teor da delação do casal veio a público. Na época, Dilma divulgou nota dizendo que “é fantasiosa a versão de que a presidenta eleita informava delatores sobre o andamento da Lava Jato”. Também afirmou que “causa ainda mais espanto a versão de que por meio de uma suposta ‘mensagem enigmática’ (estranhamente copiada em um computador pessoal), conforme a fantasia dos delatores, a presidenta tivesse tentado ‘avisá-los’ de uma possível prisão”.

Segundo a delação de Mônica, ela e Dilma usavam conta de e-mail para conversar. Mas em vez de enviar mensagens, salvavam os textos nos rascunhos. Depois da leitura, eram apagados. Com isso, evitavam o registro das mensagens. Foram criadas três contas para isso, sendo que uma delas em nome de uma telefonista da Presidência da República, que, ao ser ouvida, negou qualquer relação com o e-mail.

A novidade agora é que, segundo Janot, as investigações “confirmaram diversos telefonemas trocados entre Mônica Moura e terminais cadastrados em nome da Presidência no período dos fatos. A adoção de tais medidas permitiu que João Santana e Mônica Regina Cunha Moura se precavessem contra diligências investigatórias como buscas e apreensões e prisões”.

Segundo Janot, os dados comprovam a existência dos três e-mails. Um deles, em dezembro de 2015, segundo a delação de Mônica, dizia: “O seu grande amigo está muito doente. Os médicos consideram que o risco é máximo. O pior é que a esposa, que sempre tratou dele, agora está com câncer e com o mesmo risco. Os médicos acompanham os dois dia e noite”.

A delatora registrou, em maio de 2016, em cartório, antes de ser presa, o conteúdo do rascunho do e-mail que supostamente recebera de Dilma. Na denúncia que estava sob sigilo, Janot afirma que “dados telemáticos obtidos (…) confirmaram a existência dos e-mails em questão, inclusive daquele em que o rascunho transcrito acima, o qual já havia sido apresentado por meio de ata notarial (…), foi elaborado”.

O ex-procurador-geral acusa Dilma: “A obstrução das apurações ocorreu mediante a criação e utilização, pela então Presidente da República, de correios eletrônicos (e-mails) especificamente voltados para o repasse de informações cifradas sobre o andamento de investigações sigilosas relacionadas ao casal de publicitários mencionado, que havia recebido recursos ilícitos para prestação de serviços à campanha presidencial de 2010, o que permitiu aos investigados se precaver de medidas cautelares como buscas e apreensões e prisões”, afirmou.

Janot denunciou Lula e Mercadante, uma vez cada, e Dilma três vezes. Além das mensagens e telefonemas trocados com Mônica, Janot disse que Lula foi nomeado para o cargo de ministro da Casa Civil em março de 2016 para ter proteção. Mercadante, “homem da estrita confiança de Dilma”, diz a peça, foi emissário da presidente para falar com um assessor do ex-senador Delcídio Amaral de modo a evitar que ele firmasse um acordo de delação premiada. Delcídio, que ficou preso até fevereiro de 2016, acabou se tornando delator. O assessor dele gravou a conversa com Mercadante.

“Embora tenha tido a cautela de não dizer expressamente o que desejava em troca dos referidos favores, o contexto não deixa dúvidas quanto à motivação de Mercadante ao oferecer os auxílios político, jurídico e financeiro. Ou seja, sua verdadeira intenção era de fato evitar a colaboração premiada de Delcídio”, sustentou o ex-procurador-geral.

EX-PRESIDENTE MANTÉM VERSÃO

Em relação a Lula, Janot citou vários telefonemas grampeados por ordem do juiz federal Sergio Moro. Segundo ele, as ligações mostram uma articulação para que o ex-presidente se tornasse ministro. Com isso, os casos na primeira instância, inclusive com Moro, seriam transferidos para o STF.

A assessoria de Dilma informou que a posição dela continua a mesma expressa em nota de setembro. Na época ela classificou a atitude do ex-procurador-geral de lamentável e sem qualquer fundamento. Disse também que as investigações se baseavam em interceptações telefônicas ilegais, numa referência à nomeação de Lula, mas não fez menção ao caso de Mônica Moura. Também em 6 de setembro, as assessorias de Lula e Mercadante divulgaram notas negando as acusações. Lula disse, por exemplo, que sua nomeação não foi crime porque não interromperia o curso normal das investigações.

OUTRO LADO

Em nota, Mercadante informou que ele foi absolvido da acusação na Comissão de Ética Pública da Presidência da República e questionou a idoneidade da delação de Delcídio. “Por tudo isto, temos plena convicção, que agora na Justiça, teremos a oportunidade de novamente comprovar que não houve qualquer tentativa de obstrução de justiça com a consequente absolvição definitiva”, diz trecho do texto.*

(*) ANDRÉ DE SOUZA – O GLOBO

 

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TAL QUAL LULA…

Wesley: “Cê já falou com quis bancos pra fazê aí?”

Num dos áudios disponibilizados pelo Estadão, Wesley Batista diz a um de seus executivos:
 
“Ô, Carlão, então… Cê já falou com o BTG, porque então vamo fazê esse 700 do original e os 500… ou não, peraí.. tô pensando aqui. Cê já falou com quis bancos pra fazê aí?”
 
O crime financeiro dos irmãos Batista tem como agravante o assassinato da língua portuguesa.*
 
(*) O Antagonista
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A FONTE SECOU

Sem doação empresarial, PT corta diárias e almoços de dirigentes

Há dois anos sem receber doações empresariais, o comando do PT reduziu os gastos com a reunião da direção nacional, em comparação às edições anteriores.

Diferentemente dos encontros passados —que chegavam a consumir três dias— o comando do partido enviou aos dirigentes um e-mail informando que o Diretório Nacional custearia apenas uma diária de hotel para os participantes da reunião, realizada das 15h de quinta (21) até as 17h desta sexta-feira (22).

Na mensagem, o secretário-geral do partido, Romênio Pereira, avisou ainda que as passagens de saída de São Paulo só seriam emitidas a partir das 18h.

O partido também só distribuiu um voucher de almoço, para que os 90 integrantes do Diretório Nacional pudessem ir ao restaurante do hotel que sedia o encontro.

O tesoureiro do PT, Emídio de Souza, disse que a medida é para a redução de gastos.

O partido também está encerrando contratos com terceirizados, como é o caso de sua assessoria de imprensa. Antes da chegada do partido ao poder, seus militantes compartilhavam os apartamentos de hotéis, sendo selecionados por ordem alfabética. Ainda não chegou a tanto. *

(*) CATIA SEABRA – DE SÃO PAULO – FOLHA DE SÃO PAULO

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SEPULTANDO A ERA DA CANALHICE

Se Lula virar ficha-suja, PT pode tornar-se piada

O Partido dos Trabalhadores está tonto. A tonteira cresce à medida que aumentam as chances de Lula se tornar um político ficha-suja, inabilitado para disputar eleições. O PT ameaça adotar uma estratégia muito parecida com um plano de fuga. O partido discute a sério a ideia de boicotar as eleições de 2018. Sem Lula, o PT deixaria de lançar candidatos ao Planalto, à Câmara e ao Senado. E viajaria pelo mundo gritando: “É fraude.”

O preso José Dirceu, “guerreiro do povo brasileiro”, apoia o boicote. A investigada Gleise Hoffmann, presidente do PT, acha que o debate expõe a gravidade da hipotética perseguição a Lula. José Américo, deputado estadual do PT de São Paulo, chega a dizer que, sem Lula na urna eleitoral, o país corre “um risco de guerra civil.” Dizia-se o mesmo do impeachment. Mas a única arma que o brasileiro pegou foi o currículo —13 milhões estão na batalha pelo emprego perdido sob Dilma.

Em 13 anos, o PT produziu dois mega-escândalos. No mensalão, Lula safou-se. No petrolão, até o companheiro Palocci o chama de corrupto. Os partidos políticos brasileiros têm cabeças demais e miolos de menos. O PT sofre da mesma escassez de miolos, mas com uma cabeça só. O que o PT informa agora, com outras palavras, é o seguinte: se o cabeça for preso, a organização desistirá de se apresentar como partido político para se refundar como uma piada.*

(*)  Blog do Josias de Souza

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