TÁ FEIA A COISA…

Clima péssimo na convenção do PP:

quem fala em Dilma é vaiado

000 - aaaaaaaaaaaaaPÃO E CIRCO

 

É péssimo o clima na Convenção do PP, que acontece neste momento em Brasília. Os quadros do partido que pegam o microfone para reforçar o apoio à candidatura de Dilma Rousseff ouvem a enorme vaia que toma o auditório.

A propósito, o notório Paulo Octávio, ex-governador-relâmpago do Distrito Federal, preso pela Polícia Federal na primeira semana deste mês e solto quatro dias depois, marcou presença no evento.

Sem a menor cerimônia, Octávio está buscando flashes e microfones para garantir alguma exposição.

(*) Blog do Lauro Jardim

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BIRUTA

Aliados ameaçam governo para aumentar capital político às vésperas de convenções

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Após PTB anunciar desembarque do projeto reeleitoral de Dilma Rousseff, PR exige troca do ministro dos Transportes e presidente chama titular da pasta para conversa

BRASÍLIA – Partidos da base da presidente Dilma Rousseff decidiram usar os últimos dias de definição das coligações para ameaçar abandonar o governo. Após a defecção do PTB, que anunciou apoio ao tucano Aécio Neves na semana passada, PR, PP e PSD protagonizam agora uma “guerra fria” para obter melhores condições na aliança da reeleição. As exigências são diversas: recursos financeiros para as campanhas, garantias de ampliação de espaços em um eventual segundo mandato da petista e até a derrubada de um ministro: César Borges, dos Transportes.

Embora filiado ao PR, o partido diz que ele não o representa e exige sua saída. A pressão pode surtir efeito. Dilma alterou sua agenda para recebê-lo hoje no Alvorada para tratar do seu futuro político. Tudo para evitar que o aliado deixe a base para apoiar a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

O prazo para uma decisão é curto, já que as convenções, que decidem pelas alianças, têm de ser realizadas até segunda-feira.

Diante da possibilidade de que esses partidos migrem ou apoiem informalmente Aécio, o comando da campanha petista se reuniu ontem à noite em caráter emergencial no Palácio da Alvorada para traçar um plano de contenção. Dilma e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, estavam presentes, além dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), Aloizio Mercadante (Casa Civil), o presidente do PT, Rui Falcão, e o marqueteiro João Santana.

O PR, que tem atualmente o Ministério dos Transportes, foi o mais explícito na ameaça ontem. Líderes do partido exigiram a substituição de Borges.

Pela manhã, o senador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP) esteve no Planalto acompanhado de outros líderes do partido para falar de sua insatisfação a Mercadante e ao ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini. Mercadante levou a notícia a Dilma e depois disse que o assunto “está sendo conversado”.

À tarde, no Planalto, Dilma respondeu com um “não” ao ser questionada por repórteres se atenderia à demanda da sigla.

O Planalto também está negociando com o PP, que tem hoje o Ministério das Cidades. Os petistas esperam garantir o apoio do partido do ex-prefeito Paulo Maluf ao projeto de reeleição de Dilma hoje, quando a legenda realiza a sua convenção nacional. A aliança nacional tem boas possibilidades de ser fechada, mas os palanques de candidatos em Estados estratégicos já estão perdidos. No Rio, em Minas e no Rio Grande do Sul, o PP prefere o nome de Aécio.

A ala contra Dilma defende pelo menos a “neutralidade” da sigla, ou seja, não se coligar a ninguém. “Eu defendo a candidatura de Aécio. Acho que o caminho mais inteligente para o partido é votar pela neutralidade”, disse a senadora Ana Amélia (PP), que disputa o governo do Rio Grande do Sul com o atual governador, o petista Tarso Genro.

Diante do impasse, a cúpula do partido aproveita para ganhar tempo e melhorar as condições da aliança. O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que defende o apoio à reeleição, trabalhava ontem com a ideia de aprovar hoje um documento que remeteria a decisão final da legenda para a Executiva Nacional, em encontro na próxima segunda-feira. Com isso, ganha tempo para conter rebeldes e reivindicar aos petistas mais “estrutura” para os correligionários nos Estados, além de tirar do Planalto a garantia de que o Ministério das Cidades ficará com o partido em caso de reeleição de Dilma.

O menor risco entre os partidos que tentam se cacifar, na avaliação do Planalto, é com o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A sigla também realiza sua convenção hoje em Brasília, e deverá oficializar apoio à campanha da presidente por “aclamação”. Nos bastidores, o partido quer ampliar a partir de 2015 seu espaço na Esplanada, uma vez que ocupa hoje a pequena Secretaria da Micro e Pequena Empresa, comandada por Afif Domingos. Há, porém, quem defenda a aprovação da “neutralidade” na convenção.*

(*) TÂNIA MONTEIRO E LEONENCIO NOSSA – O ESTADO DE S. PAULO

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PISANDO NA BOLA

Era fake! Jornalista é enganado

e entrevista sósia como se fosse Felipão

 

Era fake! Jornalista é enganado e entrevista sósia como se fosse Felipão

Foto: Faro Models/ Divulgação
Um sósia do técnico da seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, o Felipão, confundiu o jornalista e colunista do jornal Folha de S. Paulo Mario Sérgio Conti. Tudo aconteceu quando Vladimir Palomo, o sósia, foi abordado por Conti, e encarnou Felipão, respondendo as perguntas feitas por Conti. Palomo apontou as seleções da Holanda, Alemanha e Itália como equipes que podem dificultar a trajetória do hexa e negou que o empate sem gols com o México tenha abalado sua confiança. “Quem diria que a Espanha sairia da Copa logo de cara?”, disse.Quando percebeu que se tratava de um sósia, o jornalista retirou as postagens do ar e pediu desculpas pela confusão. “Diferentemente do que foi publicado (…), o técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, não falou com o colunista Mario Sergio Conti. Quem falou ao jornalista foi um sósia do treinador, Vladimir Palomo. Felipão não estava em um voo do Rio para São Paulo. Ele passou o dia em Fortaleza (…). Mario Sergio Conti pede desculpas a Scolari, a Palomo e aos leitores pela confusão”. Bela escorregada, hein?*
(*) metro
A PROPÓSITO
Do jornalista Cláudio Tognolli, citado por Carlos Brickmann
para o Observatório da Imprensa:– O melhor lance da Copa, até agora, foi a pernada de anão que o falsário deu no jornalista experiente.
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ATÉ NUNCA MAIS…

O homem José Sarney sobreviveu

para contemplar o velório do político

Acossado no Maranhão por pesquisas que prenunciam a derrota do candidato a governador escolhido pela Famiglia, hostilizado no Amapá por vaias que antecipam a derrota nas urnas, o senador José Sarney, aos 84 anos, desistiu da disputa da reeleição para escapar do fiasco desmoralizante. Invocando a necessidade de cuidar da mulher enferma, revogou uma de suas frases prediletas. “Em política só existe a porta de entrada”.

“Sarney esqueceu que a morte política vive à espreita dos muito vivos”, avisou o título do artigo aqui postado quando o investigado que ganharia da Polícia Federal a alcunha de Madre Superiora lutava para continuar pendurado na presidência do Senado. Enfim obrigado a engolir a aposentadoria indesejada, vai contemplar impotente a agonia do reinado de mais de meio século. E logo descobrirá o que acontece aos que perdem o poder num país impiedoso com quem foi muita coisa e nada mais será.

“Na porta de quem é só um ex- nasce capim”, ensinou o general Golbery do Couto e Silva. Pior para Sarney. Melhor para o Brasil decente, atesta o post de 17 de junho de 2009:

Porque era provido do sentimento da honra, por ser capaz de sentir vergonha, Getúlio Vargas preferiu morrer a sujeitar-se a vinganças ultrajantes. Depois de ter renunciado à vida, o estadista gaúcho sobreviveu politicamente à morte física. Porque acha que nada desonra, por ser incapaz de envergonhar-se, José Sarney preferiu permanecer na presidência do Senado a reconhecer que ofendeu o Brasil que pensa. Depois de ratificado a constatação de Jânio Quadros ─ “Brasileiro não renuncia sequer ao cargo de síndico” ─, o morubixaba maranhense vai conhecer em vida a morte política.

“Em política só existe a porta de entrada”, repete Sarney a cada entrevista mais extensa. Claro que existem portas de saída ─ só não as enxerga quem imagina que a carteirinha de sócio do clube dos pais da pátria tem validade perpétua. Há a porta da frente e a dos fundos. Por aquela saiu Getúlio, sobraçando uma comovente carta-testamento. Pela porta dos fundos vai saindo o presidente do Senado, no cangote de um discurso inverossímil.

Foi penoso acompanhar pela TV a performance do artista em seu ocaso. Mãos trêmulas, olhar assustadiço, a voz indignada contrastando com os desmaios no meio da frase sem pé nem cabeça, o homem que chegou ao Congresso há 50 anos, governou o Maranhão e o Brasil e preside de novo o Senado parecia um coroinha do baixo clero. Enfileirou argumentos indigentes, evocou atos de bravura imaginários, reinventou o passado de governista congênito e caprichou na pose de herói da resistência.

Sempre perseguindo erraticamente pontos finais, Sarney engavetou pecados antigos, subestimou os recentes, informou que os atos secretos não foram secretos e, caprichando na pose de vítima, exigiu respeito. “A crise não é minha, a crise é do Senado”, inocentou-se. É isso aí, concordaram os presentes, com falatórios na tribuna ou com os gritos do silêncio.

Todos fizeram de conta que Sarney não embolsou malandramente o auxílio-moradia, não promoveu a diretor-geral o bandido de estimação Agaciel Maia, não pendurou no cabideiro de empregos do Congresso duas sobrinhas, um neto, o ex-presidente da Assembléia Legislativa do Amapá, 5o parentes pra cá e 50 amigos pra lá. Todos absolveram o patriarca que tentara encobrir com um desfile de negativas a procissão de delinquências comprovadas.

Quando estiverem cauterizadas as feridas morais abertas pela Era da Mediocridade, o Brasil contemplará com desconsolo e desconcerto a paisagem deste começo de século. Como foi possível suportar sem revides as bofetadas desferidas por um político sem luz, orador bisonho, poeta menor e escritor medíocre? Como explicar a mansidão da maioria dos insultados pelo coro dos cúmplices contentes?

A ausência no plenário de representantes do Brasil que presta é tão perturbadora quanto a presença de Sarney no centro da mesa diretora. Encerrado o espetáculo do cinismo, ninguém falou em nome dos injuriados. Ninguém contestou a discurseira absurda. Ninguém lastimou a decomposição do Legislativo. Ninguém sentiu vergonha.

Os senadores ficaram parecidos com Sarney, que é a cara do Senado destes tempos tristonhos. Mais cedo para uns que para outros, a morte política chegará para todos. Tomara que a instituição sobreviva.

Passados cinco anos, o Senado segue respirando por aparelhos. O homem José Sarney sobreviveu para angustiar-se com o velório do político José Sarney.*

(*) Blog do Augusto Nunes

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QUEM PT VIU QUEM PT VÊ

PTB muda para Aécio,

mas Collor vai de Dilma

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A decisão do PTB de trocar Dilma Rousseff por Aécio Neves não será seguida pelo senador alagoano Fernando Collor, um dos mais ilustres filiados da legenda. O presidente do impeachment optou por se manter fiel à candidata do PT, partido que mais se empenhou para escorraçá-lo do Planalto, em 1992.

Collor tentará renovar o mandato de senador. Vai às urnas enganchado numa chapa que tem como candidato ao governo de Alagoas o deputado federal Renan Filho (PMDB), herdeiro político da oligarquia chefiada pelo pai, o presidente do Senado, Renan Calheiros.

O PTB aprovou a parceria numa convenção estadual realizada na semana passada. No mesmo encontro, o partido decidiu apoiar no Estado a reeleição de Dilma. Mais: aprovou um par de moções. Numa, o PTB alagoano repudiou o que Collor chamou de “ataques injustos” à presidente. Noutra, aplaudiu a “maneira como ela vem conduzindo o processo administrativo político e eleitoral do Brasil.”

Em texto veiculado no site de Collor, o advogado Eraldo Firmino, que comanda a seção alagoana do PTB, disse que o apoio dado Aécio em âmbito nacional deve ser referendado nesta sexta-feira (27), em Salvador. Mas os diretórios estaduais que divergem estão liberados para fechar os acordos que lhes parecerem mais convenientes nos Estados.

O encontro de Collor com Renan em torno da candidatura de Renanzinho foi precedido de um estreitamento de inimizades. Renan, o pai, fora líder do governo Collor no Senado. Saltara do navio depois que PC Farias, uma espécie de Delúbio Soares da época, ganhara as manchetes na forma de escândalo. Desde então, a dupla não se bicava. O convívio no Senado e a conveniência eleitoral os uniu, sob aplausos de Lula e Dilma.

Collor invoca razões sociais para justificar sua conversão ao projeto nacional do ex-PT: “Temos que lutar pelo desenvolvimento econômico e social e seguir lutando por um país mais justo. Nos governos Lula e Dilma, milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza. Queremos mais.”*

(*) Blog do Josias de Souza

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VAI TOCAR TERROR NO INFERNO

Já vai muito tarde, Sarney!

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Eu nem sonhava em nascer e ele já circulava em torno do poder, ou do “puder”, como diz. Puxou o saco dos militares quando estavam no comando da política, depois, por obra do acaso, tornou-se presidente da República no lugar de Tancredo Neves.

Em seu governo, o Brasil declarou a moratória da dívida externa, mancha que carregamos até hoje. A hiperinflação destruiu completamente o poder de compra da nossa moeda. O Maranhão, seu “feudo”, é simplesmente o estado com os piores indicadores sociais do país. Um novo estado, o Amapá, foi criado para garantir sua permanência no “puder”.

O ex-presidente Lula, em resposta à sua lealdade mafiosa durante a crise do mensalão, afirmou que ele não pode ser julgado como um “homem comum”. Tal declaração é a perfeita ilustração do patrimonialismo que ele representa melhor do que ninguém. A “coisa pública” tratada como “cosa nostra” pelos fisiológicos. O “coronelismo” nordestino tem em sua figura um ícone exemplar.

A lista poderia continuar ad infinitum. Difícil seria encontrar algum elogio a fazer em uma trajetória tão nefasta. O mais lamentável é que gente como ele acabou sendo associada ao conservadorismo no Brasil, manchando a reputação de uma linha de pensamento louvável, quando pensamos em Edmund Burke e companhia.

Foi um prato cheio para as esquerdas se fartarem também. Como era fácil bradar a bandeira da ética quando o inimigo a ser combatido era alguém como ele! Quem poderia ficar a favor do sistema, quando o sistema era representado por alguém assim? Tanto é verdade que em seu próprio feudo, após décadas de puro descaso, quem lidera as pesquisas é o PCdoB!

Não dá para aliviar. Vaiado e com medo de ser derrotado – apenas por isso – José de Ribamar, mais conhecido como Sarney, deve mesmo anunciar sua aposentadoria, desistindo de disputar mais uma vaga ao Senado com seus 84 anos. Já vai muito tarde. Só não digo que foi o pior político que o Brasil já teve porque certo metalúrgico consegue superá-lo nos estragos causados à nossa República.

Eles, aliás, se merecem. O Brasil é que não merece nenhum dos dois!

(*) Blog do Rodrigo Constantino

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BONECO DE VENTRÍLOCO

A VOZ DO DONO

000 - Lula e a voz do dono

Um dos anúncios mais populares da História foi o da RCA Victor, fabricante de aparelhos de som (gramophones), editora de discos, dona de uma das maiores emissoras de rádio dos EUA, a NBC. Um cachorrinho lindo, simpaticíssimo, ouvia atentamente os sons do alto-falante. O slogan era “A Voz do Dono”.

Como o ministro Gilberto Carvalho, um discretíssimo profissional da política, habituado a trabalhar em silêncio, que desandou a fazer discursos e a dar entrevistas, o gramophone da RCA Victor não falava: apenas repetia o que lhe era dito, com a máxima fidelidade possível. As opiniões de Carvalho, como as do alto-falante, não são dele. São de seu chefe máximo, a quem é sempre fiel: Lula.

Gilberto Carvalho é ministro de Dilma mas, quando fala, fala em nome de Lula. E as coisas que anda falando! Que se generalizou no país a insatisfação com o Governo; que o PT se ilude ao imaginar que “o povo pensa que está tudo bem”; que é bobagem dizer que só “a elite branca de São Paulo” vaiou Dilma no estádio do Corinthians – e em tantos outros estádios e shows espalhados pelo país. Culpar “a elite branca”, analisa, é um erro de diagnóstico. “Quando você não tem um bom diagnóstico, não tem um bom remédio”. Assume que houve casos de corrupção no PT, e põe a culpa na imprensa não por ter denunciado a corrupção petista, mas pelo tratamento, que considera mais ameno, que dá à corrupção de outros. Tem saudades da antiga militância petista; sente o PT contaminado pelo vírus da velha política.

E, lembremos, Gilberto Carvalho é o outro nome de Lula.

Pensando longe

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Diálogo entre Gilberto Carvalho e a repórter Natuza Nery, da Folha de S. Paulo, autora da entrevista exclusiva:

– Gilberto Carvalho – Precisamos produzir um grande debate interno. Lula tem todas as condições de capitanear isso. Temos que rejuvenescer o partido.

– Natuza Nery – Com Lula candidato em 2018?

– Gilberto Carvalho – Não acho que é contradição. Ele tem uma incrível capacidade de criar o novo.

O dono da voz

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Ou seja, se o eleitor se sente insatisfeito, a culpa é do PT e do Governo Dilma. Corrigir esses erros exige que se chame Lula de volta. Ele é o dono da voz.*

(*) Coluna Carlos Brickmann, na Internet

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A “ZELITE BRANCA”

DIFERENÇA DE CLASSES

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Os dirigentes petistas foram divididos em duas categorias, sábado, na convenção do partido: os vips, com acesso a uma sala onde foram servidos quitutes, sucos e café; e a classe econômica, só com água. E os delegados tiveram apreendidos biscoitos, frutas e barras de cereal que carregavam na bolsa por questão de segurança.*

(*) Blog do Ilimar Franco.

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FECHANDO O CERCO…

PSB reabriu negociação

com o PSDB em Minas

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O PSB de Eduardo Campos reabriu em Minas Gerais a negociação com o PSDB de Aécio Neves. Cogita abandonar a ideia de lançar um candidato próprio ao governo mineiro, reativando o acordo que previa o apoio à coligação encabeçada pelo tucano Pimenta da Veiga, ex-ministro das Comunicações de FHC. A decisão deve sair até sexta-feira (28).

Em articulação que traz as digitais de Aécio, o entendimento pode ultrapassar as fronteiras de Minas. Restabelecendo-se as relações, o PSDB pode apoiar a candidatura à reeleição do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, do PSB. Nessa hipótese, o tucanato interromperia o diálogo com Paulo Hartung, que disputará o governo capixaba pelo PMDB.

A parceria mineira de PSB e PSDB já havia sido acertada entre Aécio e Campos. Combinara-se que um apoiaria o candidato do outro nos seus respectivos Estados. O tucanato cumpriu o combinado, ingressando na canoa de Paulo Câmara, o candidato do PSB ao governo de Pernambuco. Mas Campos, sob influência de sua vice, Marina Silva, optara por desenvolver um projeto próprio na terra de Aécio.

Sobreveio, porém, uma queda de braço entre PSB e Rede. A legenda de Campos queria lançar o deputado federal Julio Delgado. O movimento liderado por Marina preferia o professor e ambientalista Apolo Heringer. Principal liderança do PSB no Estado, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, não desejava nenhum dos dois.

Eleito e reeleito com o apoio de Aécio, Lacerda sinalizara em privado que não romperia os laços que o unem ao PSDB. Ergueram-se barricadas também na Assembléia Legislativa mineira. Ali, a bancada do PSB integra o bloco de apoio aos governos tucanos desde o primeiro mandato de Aécio, inaugurado em 2003.

Rachado, o PSB de Minas e seus “hóspedes” da Rede realizaram no último sábado uma convenção tumultuada. Que decidiu não decidir. Transferiu-se para as Executiva estadual a tarefa de dissolver a encrenca. Conduz o processo o próprio Julio Delgado, que preside o diretório mineiro do PSB. No momento, discute-se a melhor maneira de reencaixar os candidatos a deputado do PSB na coligação proporcional capitaneada pelo PSDB.

Se vingar, o acordo representará mais uma derrota de Marina Silva. Enrolada na bandeira da “nova política”, a vice de Eduardo Campos defendia a construção de palanques estaduais próprios, num modelo em que a prática se ajustaria ao discurso. A tese de Marina já havia naufragado em São Paulo, onde o PSB se coligou com o tucano Geraldo Alckmin.

Malograra também no Rio, um Estado em que a legenda de Campos esvaziou a opção Miro Teixeira (Pros), para associar-se à candidatura petista de Lindbergh Farias. Fracassara, de resto, em praças como o Paraná, onde o PSB renovou uma antiga aliança firmada com o governador tucano Beto Richa, candidato à reeleição. Por último, a pregação de Marina volta a fazer água em Minas Gerais. Ela já avisou: nos Estados em que as alianças do PSB destoarem dos seus objetivos, a Rede balançará por conta própria.

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Tucanos tentam obter

‘neutralidade’ de PP e PR

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A seis dias do encerramento do prazo legal das convenções partidárias, o PSDB realiza uma espécie de arrastão no conglomerado governista. Tenta empurrar para fora do bloco pró Dilma Rousseff o PP e o PR. O tucanato já não tem esperanças de obter o apoio à candidatura presidencial de Aécio Neves. Mas não desistiu de arrancar das duas legendas um compromisso de “neutralidade”.

Prosperando a articulação, PP e PR não apoiariam nenhum candidato no plano federal. E o tempo de propaganda de ambos no rádio e na tevê —pouco mais de 2 minutos— seria rateado entre todos os presidenciáveis, em vez de ser integralmente cedido a Dilma. O problema é que os tucanos não jogam sozinhos.

O Planalto farejou o cheiro de queimado. E colocou em campo seus melhores zagueiros. Joga-se um jogo parecido com o futebol. Só que canelada conta ponto a favor. E o ‘bicho’ transita por baixo da mesa, podendo ser reajustado com a partida ainda em andamento. O governo avalia que dispõe de milhões de argumentos.

O PP realiza sua convenção nesta quarta. Seu presidente, o piauiense Ciro Nogueira, faz tabela com Dilma. Os principais trunfos de Aécio são os diretórios de Minas, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. A convenção do PR já ocorreu. Mas decidiu apenas delegar à Executiva a atribuição de escolher a cor do uniforme que irá vestir na disputa presidencial.

Além de segurar PP e PR, o Planalto move-se para reverter a trajetória da bola que o PTB lançou nas costas de Dilma no último sábado. Presidente da legenda, o ex-deputado Benito Gama anunciou em nota que o PTB e seus cerca de 40 segundos de propaganda migraram para Aécio. Em lances subterrâneos, o Planalto faz ver à bancada de congressistas do suposto ex-aliado que o gol contra pode resultar em prejuízos incalculáveis. Submetidos ao jogo bruto, deputados do PTB dobram os joelhos.*

(*) Blog do Josias de Souza

 

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