MAIS UM QUE VAI PRO VINAGRE…

Disputa pelo Senado no Rio: Cabral tem 26%; Romário, 22%, diz Ibope

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Pesquisa foi realizada nos dias 7 a 11.jun; margem de erro é de 3 pontos percentuais

 

O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e os deputados federais Romário (PSB) e Jandira Feghali (PC do B) estão tecnicamente empatados na disputa pela única vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro disponível nas eleições deste ano, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta 3ª feira (17.jun.2014).

Cabral tem 26% das intenções de voto, Romário, 22%, e Jandira, 20%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Se a diferença entre os candidatos for igual ou menor do que 6 pontos percentuais, eles são considerados tecnicamente empatados. Votos em branco, nulos e indecisos somam 32%.

Governo

A corrida ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, também está embolada. O deputado federal Anthony Garotinho (PR) tem 18% das intenções de voto, seguido pelo senador Marcelo Crivella (PRB), com 16%. O atual governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), tem 13% das intenções de voto. O trio está tecnicamente empatado.

Em seguida aparecem o senador Lindbergh Farias (PT), com 11%, e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), com 8%. O deputado federal Miro Teixeira (Pros) e Tarcísio Motta (PSOL) tiveram 1% das intenções de voto cada um. Consulte a tabela com as pesquisas disponíveis de todos os institutos para o Rio de Janeiro.

A pesquisa do Ibope foi custeada pela Firjan e entrevistou 1.240 pessoas nos dias 7 a 11 de junho de 2014. Está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RJ-00006/2014.

Este Blog mantém a mais completa página de pesquisas eleitorais da internet brasileira, com levantamentos de todos os institutos desde o ano 2000. É possível consultar os cenários do 1º turno de 2014 para as disputas de presidente,governador e senador.*

(*) Blog do Fernando Rodrigues – UOL

 

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POBRE RIO DE JANEIRO…

Ibope mostra Garotinho com 18% no Rio; Crivella registra 16%, e Pezão tem 13%

O deputado federal Anthony Garotinho (PR), o senador Marcelo Crivella (PRB) e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), pré-candidatos à disputa pelo governo do Rio de Janeiro, aparecem tecnicamente empatados em uma pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (17).

  • GarotinhoPR

    18%

  • CrivellaPRB

    16%

  • PezãoPMDB

    13%

  • LindberghPT

    11%

  • Outros

    10%

  • Brancos e nulos

    27%

  • Indecisos

    6%

Ibope / Firjan

Pesquisa do dia:17/06/2014; realizada entre os dias 07 e 11/06/2014; Registro nº: RJ-00006/2014;Entrevistados: 1204 – Margem de erro: 3 pontos percentuais

No levantamento, contratado pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio), Garotinho tem 18% das intenções de voto, contra 16% de Crivella e 13% de Pezão. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O cenário utilizado na pesquisa mostra ainda que Lindbergh Farias (PT) tem 11% e César Maia (DEM), 8%. Outros dois candidatos –Miro Teixeira (PROS) e Tarcísio Motta (PSOL)– registraram 1% cada um.

Brancos e nulos chegam a 27%, e os indecisos somam 6%. A pesquisa ouviu 1.204 eleitores entre os dias 7 e 11 de junho e foi registrada no TSE sob o número RJ-00006/2014.

Levantamento não pode ser comparado com pesquisas anteriores

Este levantamento utiliza um cenário que não foi reproduzido em outras pesquisas Ibope divulgadas para esta disputa eleitoral.

Em razão dessas particularidades, não é possível comparar o resultado desta pesquisa com levantamentos publicados anteriormente.*

(*) UOL

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ALÔ, PERNAS DE PAU…

Futebolês para candidatos

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A Copa do Mundo tem muito a ensinar aos candidatos – especialmente àqueles que aspiram ao título máximo nas urnas. Afinal, futebol e eleição jogam com a opinião pública, são uma competição renhida e, quando se deixa as regas de lado, viram batalha campal. A seguir, onze lugares-comuns extraídos do campo e que têm aplicação prática nas campanhas eleitorais.

1) Como a Espanha demonstrou furiosamente, favoritismo não ganha jogo. O que aconteceu no passado não tem garantia de que vá se repetir no futuro. Vira e mexe, campeões perdem a coroa e até a cabeça. Embora a taxa de reeleição seja sempre alta no Brasil, a urna é uma caixinha de surpresas.

2) Começar ganhando é bom, mas não é desculpa para relaxar. Não adianta o candidato que está na frente ficar tocando de lado, demonstrando superioridade e só esperando o tempo passar. Quem se acha muito acaba se perdendo em campo. Viradas acontecem o tempo todo. Até quando este texto foi escrito, quem saiu por baixo já havia virado 5 de 10 jogos da Copa.

3) Vaiar o adversário não está nas regras, mas é parte do jogo. Xingar também – desde que você não seja pego. Se for, coloque as mãos espalmadas para cima, faça cara de contrito e diga que estava elogiando a compleição física do rival, ou a pureza da mãe dele. Se tomar cartão vermelho, recorra ao TSE. Contrate o advogado do Fluminense, nunca o da Portuguesa.

4) Não chute defunto que ele ressuscita. Se o rival está indo de mal a pior, deixe ele se enterrar sozinho. Se espezinhá-lo, estará dando ao adversário a parte alta do campo moral – e sendo burro. Brasileiro torce para o perdedor quando o vitorioso não sabe vencer e tenta transformar a derrota em ato de humilhação. Se ainda não entendeu, leia novamente o item 2.

5) Não dê ouvidos às torcidas organizadas, nem aos corneteiros de plantão. Quem incita o ódio ou se deixa dominar por ele acaba seu refém. Jogue limpo e ganhe em campo. Se não puder, volte à prancheta, mude a tática, intensifique treinamentos, invista nas categorias de base, renove o time. Eleição para presidente é como Copa, tem uma nova a cada quatro anos.

6) Quando o adversário tem um Didier Drogba no banco, não se contente com o 1 a 0. Como o Japão descobriu contra a Costa do Marfim, o craque nem precisa tocar na bola para energizar o time. Bastou ele entrar em campo para, em poucos minutos, os marfinenses ganharem fôlego, marcarem dois e virarem o jogo.

7) Como a partida, eleição só acaba quando termina. Sempre pode aparecer um aloprado no último instante e botar tudo a perder. Vide o suíço Mehmedi, que entrou em campo aos 45 minutos e marcou o gol de empate para sua seleção aos 48. Se o Equador tivesse aprendido a lição no primeiro tempo, não teria tomado o gol da virada no último minuto do segundo tempo.

8) Não adianta culpar o juiz. Embora muitos ouçam mais a opinião da torcida do que sigam o livro de regras, depois que o apitou soou, dificilmente o árbitro volta atrás. Olhe para frente que a bola não para de rolar. Não seja uma Croácia.

9) Eleição é esporte coletivo. Ninguém ganha sozinho. Una o partido, contrate reforços junto à oposição e garanta mais tempo de TV que o adversário. Se não conseguir, diga que você não abre mão dos seus princípios para fazer alianças espúrias. Mas não abuse dizendo que, assim, está renovando a política.

10) Quem joga em casa leva vantagem, mas estádio não ganha jogo. Especialmente se ele foi superfaturado, se não tem transporte público para levar o eleitor até lá e se o ingresso é tão caro que só pessoa jurídica chega na bilheteria.

11) Saiba perder. Dar uma de lateral uruguaio, esquecer a bola e chutar a canela do adversário nunca fica bem. Hoje em dia sempre há dez câmeras gravando tudo em full HD, de todos os ângulos. Não transforme bolinha de papel em papelão.*

(*) José Roberto de Toledo – Estadão

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SANTINHO DO PAU ÔCO

Quatro momentos de Lula provam que um grosseirão sem cura agora se fantasia de doutor honoris causa em boas maneiras

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Aconselhado pelo medo de vaia a manter distância do estádio bilionário que concebeu em parceria com a Odebrecht, Lula acompanhou pela TV a goleada sonora imposta a Dilma Rousseff, durante o jogo contra a Croácia, por milhares de brasileiros que cantaram o Hino Nacional a capela e festejaram a vitória da Seleção. O padrinho só entrou em combate quando a afilhada já batera em retirada.

“Eu vi uma parte da manifestação contra a presidenta Dilma e eu fiquei pensando que não é nem dinheiro nem escola nem títulos de doutor que dão educação para as pessoas”, começou a aula de farisaísmo eleitoreiro. “Educação se recebe dentro de casa. Eu nunca tive coragem de faltar com respeito a um presidente da República”.

Conversa de 171. Em 1987, por exemplo, num comício em Aracaju, Lula qualificou o então presidente José Sarney de “o maior  ladrão da Nova República”. Não esperou que Fernando Collor deixasse o Planalto para acusá-lo de “assaltante”. E seu vocabulário não passaria de 300 palavras se fossem suprimidos os termos que usa de meio em meio minuto quando está longe do microfone.

No ótimo Viagens com o Presidente, os jornalistas Eduardo Scolese e Leonencio Nossa relatam episódios que testemunharam e histórias que colheram durante os quatro anos em que, a serviço da Folha e doEstadão, seguiram os passos do chefe de governo. Confira quatro momentos pescados no oceano de patifarias verbais. Diferentemente do livro, que expõe com crueza o estilo do grosseirão sem cura, asteriscos fazem o papel de vogais e consoantes nos palavrões cuja publicação é vetada pelas normas do site de VEJA:

INSULTANDO VIZINHOS 
O fato se dá em Tóquio, no Japão, no final de maio de 2005. Uma dose caprichada de uísque com gelo e, antes mesmo do inicio do jantar, Lula manda servir o segundo, o terceiro e o quarto copos. Visivelmente alterado:

— Tem horas, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a p*** que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos. — A verdade é que nós temos que ter saco para aturar a Argentina. E o Jorge Battle, do Uruguai? Aquele lá não é uruguaio po*** nenhuma. Foi criado nos Estados Unidos. É filhote dos americanos. O Chile é uma m****. O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se fo** por aqui. Eles estão cag***do para nós. (págs 270 e 271)

INSULTANDO COMPANHEIRAS
Numa audiência com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva, na época em que o governo começa a discutir a transposição de parte das águas do São Francisco, o Presidente ouve opiniões contrárias dela e dos técnicos:

— Marina, essa coisa de Meio Ambiente é igual a um exame de prostata. Não dá para ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter que enfiar o dedo no ** da gente. Companheira, se é para enfiar, é melhor enfiar logo. (Pág 71).

INSULTANDO MINISTROS

Antes de uma cerimônia no palácio, Lula se aproxima do assessor para assuntos internacionais, o professor Marco Aurelio Garcia, e diz:

— Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no ** hoje?

O professor sorri. (Pág. 71).

INSULTANDO ASSESSORES
Na suíte do hotel, recebe das mãos de assessores discurso sobre combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e dos auxiliares do Planalto e do Itamaraty, folheia rapidamente a papelada e arremessa a metros de distância:

— Enfiem no ** esse discurso, c****ho. Não é isso que eu quero, po***. Eu não vou ler essa m****. Vai todo mundo tomar no** Mudem isso, rápido. (Pág. 249). 

Esses exemplos bastam para exibir a nudez do reizinho. Inquieto com as rachaduras no poste que instalou no Planalto, o presidente honorário do grande clube dos cafajestes tenta impedir o desabamento fantasiado de doutor honoris causa em boas maneiras. Haja cinismo.*

(*) Blog do Augusto Nunes.

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COM O NOSSO DINHEIRINHO…

Senado Federal comprará

Smart TVs por R$ 86 mil

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Em clima de Copa do Mundo, o Senado Federal comprará 57 Smart TVs (televisores com conexão a internet) por R$ 86 mil. Com definição full HD, cada detalhe do Mundial poderá ser visto pelas telas de 42 polegadas. O órgão esclarece que as televisões serão distribuídos nos gabinetes e em setores da Casa.

Para animar a torcida, o Senado Federal também vai adquirir 14 máquinas de café por R$ 13 mil. Os aparelhos têm capacidade de três litros e aquecem em banho-maria. As máquinas têm visor de nível para água de aquecimento, esterilizador acoplado e garantia de um ano.*

(*) Thaís Betat – Contas Correntes

 

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SOCORRO… SOCORRO…

ISSO AQUI É FALTA DE EDUCAÇÃO!

Os petistas estão agora “horrorizados” com a “falta de educação” de nossas elites (quer dizer que o governo gastou R$ 30 bilhões, fez estádios novos superfaturados, tudo isso só para as elites?), demonstrada nos xingamentos da abertura da Copa, tendo como alvo a presidente Dilma. Mas o que deveria revoltar o PT de verdade é ESSA falta de educação aqui:

Professores exijem

São PROFESSORES da rede municipal de São Luís. O que esperar de nossas crianças quando seus professores escrevem “exijimos” com jota? Respeito é bom e a gente gosta. Mas respeito se conquista! Não cai do céu, não é igualitário, pois ninguém diria que é preciso respeitar o bom samaritano e o assassino da mesma forma.

Nós exigimos respeito também! Inclusive respeito aos nossos impostos, que são confiscados a fundo perdido para sustentar uma máquina estatal ineficiente e corrupta. Nós exigimos educação! E saúde, segurança, transportes públicos decentes…*

(*) Blog do Rodrigo Constantino

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