CASO DE POLÍCIA

RINDO DE QUÊ?

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Da colunista Paula Cesarino Costa, na “Folha de São Paulo”, ontem:

“Em 2010, o governador Sérgio Cabral antecipoa renovação do contrato de concessão, após a Odebrecht assumir o controle acionário da SuperVia. Estendeu o negócio até 2048. A Agetransp, que deveria fiscalizar os transportes, tem entre seus conselheiros o tesoureiro do PMDB. O homem do dinheiro do partido de Cabral terá como função fiscalizar empresas cujos sócios doaram milhões para a campanha peemedebista. Outro conselheiro foi vice-presidente da concessionária Metrô Rio. Relações que soam como escárnio, mais do que o riso nos trilhos.*

(*) Aziz Ahmed, O Povo do Rio